Capitulo 54

Eu estava subindo rápido. O tesão acumulado do dia inteiro, a foda com o professor, a siririca com a Val, tudo junto. Meus quadris começaram a tremer, empurrando contra a boca dele, querendo mais força.

Ele sentiu e acelerou as socadas, metendo os dedos com tudo, curvando eles de qualquer jeito, mas batendo exatamente onde eu precisava. Meu ventre contraiu forte, as coxas apertaram a cabeça dele, o clitóris pulsando louco na língua dele.

Eu estava quase lá. Quase gozando. O orgasmo subindo quente, apertado, prestes a explodir…

E ele parou.

A sensação foi de quem está se afogando e de repente volta à superfície. Abri os olhos, meio desnorteada, já me levantando nos cotovelos pra entender o que tinha acontecido. Foi quando senti algo quente, grosso e duro pressionando entre minhas pernas.

Num movimento rápido e ladino, Felipinho se levantou, segurou o pau e forçou a cabeça contra minha entrada. Empurrou de uma vez, sem aviso, como se tivesse medo que eu mudasse de ideia e não quisesse mais dar para ele.

O ar fugiu completamente dos meus pulmões.

Ele entrou fundo. Brutal. A penetração foi dolorida, esticando tudo de uma vez, batendo lá no fundo do meu útero. Meus seios formigaram, uma onda de eletricidade correu pela espinha, e eu vi estrelas de verdade. A buceta apertou forte em volta dele, latejando, tentando se acostumar com o tamanho.

Quando consegui abrir os olhos e olhar pra cara dele… caralho. Parecia que o moleque tinha acabado de ter um derrame. Olhos revirados, boca aberta, rosto contorcido de prazer. Ele soltou um gemido rouco, longo, quase sofrido, que me deixou ainda mais molhada.

— Porra, Nicole… você é apertada demais… — gemeu, voz tremendo.

Ele começou a se mover. Não era ritmo bonito. Era serpenteante, desesperado, como se quisesse sentir cada centímetro meu de uma vez. Entrava fundo, saía quase todo, e voltava com força, batendo os quadris contra mim. O pau dele era grosso o suficiente pra me abrir toda, e ele não tinha controle nenhum — socava como quem tem pressa de gozar.

Eu peguei uma almofada e mordi com força, abafando os gemidos que escapavam. Ele era ruim de dedada, mas metendo… metia bem pra caralho. Cada estocada forte fazia meu corpo tremer, o clitóris roçando na base dele, o útero sendo batido sem piedade.

Não demorou nem dois minutos.

O orgasmo que tinha sido interrompido voltou com tudo, mais forte. Meu ventre contraiu violentamente, a buceta apertou o pau dele como um punho, pulsando em espasmos profundos. Gozei gemendo abafado na almofada, o corpo inteiro convulsionando, molhado escorrendo pelo pau dele e molhando o lençol.

Felipinho aguentou só mais algumas estocadas. De repente travou, enterrou o pau até o fundo e gozou com um gemido alto, quase um soluço. Senti os jatos quentes enchendo meu interior, grossos e fortes. Ele tremeu inteiro em cima de mim, quadril dando espasmos curtos, esvaziando tudo.

Quando terminou, caiu por cima de mim, ofegante, suado, o pau ainda pulsando dentro. Eu fiquei olhando pro teto, respirando pesado. e pensando "Sabia que ele ia gozar rápido… fodeu. Esse aí já foi e agora está imprestável."

— Essa foi boa… — murmurou ele, ainda ofegante, distribuindo beijinhos molhados pelo meu pescoço e ombro.

E eu estava boba. Gostei demais daqueles beijos. Não era só tesão — ele era carinhoso sem ser meloso. Fiquei ali, deitadinha de costas, sentindo o pau dele ainda meio duro dentro de mim, pulsando fraco, enquanto ele me beijava devagar.

— Vira a bundinha pra mim, vira? — pediu, voz rouca e com o rostinho novo colado no meu quase suplicante.

— Você não quer descansar um pouco? — perguntei, querendo poupar ele da vergonha de ter gozado assim, tão cedo. Eu poderia fazer um boquete gostoso enquanto isso.

— Não… vira…

Ele saiu de cima de mim. Eu rolei na cama, ficando de bruços e empinando a bunda pra ele, balançando devagar. Nisso, eu sentia o gozo dele escorrendo devagar pela minha buceta, pingando no lençol. Sabia que ia ter que trocar a roupa de cama depois. Eu olhei de relance e vi um rio escorrendo e empoçando, era muita coisa.

O menino não gostou da posição. Segurou minha cintura com as duas mãos e me puxou, me ajeitando do jeito que ele queria: pernas bem abertas, barriga baixa, peitos encostados no colchão e bunda bem empinada pra cima.

— Isso… fica assim, bem melhor — murmurou, arrumando meu corpo como se eu fosse uma boneca.

Fiquei de quatro, completamente exposta, bunda empinada alta. Senti ele se ajoelhar atrás de mim, o colchão afundando com o peso. Em vez de meter logo, ele começou a fazer carinho leve, quase reverente.

Os dedos dele desceram devagar pela minha buceta molhada, roçando o clitóris ainda inchado e sensível com uma calma que me fez tremer. Um arrepio gostoso subiu pela espinha. Ele circulou o pontinho devagar, pressionando levemente, e eu soltei um gemido baixo, empinando mais a bunda pra ele sem nem perceber. Depois os dedos subiram, traçando um caminho molhado até o meu cu. A ponta do dedo médio começou a circular a entrada apertada, leve, curioso, quase tímido.

Eu fechei os olhos com força. A sensação era deliciosa — um formigamento quente, proibido, que se espalhava pela barriga e descia pelas coxas. Cada volta do dedo no meu cuzinho mandava uma onda diferente de prazer, mais profunda, mais suja. Meu cu piscava involuntariamente contra o toque, querendo mais. A buceta latejava, escorrendo devagar, pingando no lençol.

— Assim… continua… — murmurei rouca, voz saindo quase implorando.

Eu soltei um gemido baixo, gostando daquilo. Era gostoso. Atencioso.

— Posso lamber aqui? — perguntou, voz tímida, passando o dedo no meu cuzinho.

— Pode… mas devagar, tá?

Ele não esperou duas vezes. Abaixou o rosto e encostou a língua quente no meu cu. Começou lambendo devagar, circulando a entrada com a ponta da língua, depois passando a língua plana, molhada, pressionando um pouco. Ao mesmo tempo, enfiou dois dedos na minha buceta, mexendo calmamente, sem pressa.

Caralho… o moleque estava indo bem.

Eu gemi mais alto, empinando mais a bunda contra o rosto dele. A língua dele era quente, molhada, explorando meu cuzinho com curiosidade e vontade. Cada lambida mandava uma onda diferente de prazer subir pela espinha. Os dedos na buceta eram firmes, ritmados, batendo no ponto certo. Era uma combinação deliciosa.

— Tá gostoso? — perguntou ele, voz abafada contra minha pele.

— Tá… continua… assim mesmo — respondi, voz rouca, já mordendo a almofada de novo.

Ele lambeu com mais vontade, enfiando a ponta da língua na entrada do cu, enquanto os dedos entravam e saíam da buceta. Eu estava adorando a performance dele. O menino que parecia perdido minutos atrás agora estava concentrado, faminto, querendo me agradar.

Ele parou por um segundo, respirando pesado.

— Era o sonho da minha vida comer um cu… — confessou, quase envergonhado. — Nunca fiz.

Eu ri baixinho, excitada pra caralho.

— E você sabe comer?

— Só na teoria…

Virei o rosto de lado, olhando pra ele por cima do ombro, bunda ainda empinada, molhada brilhando.

— Tá… pode comer o meu. Eu deixo.