Capítulo 56

Meu corpo inteiro travou. Os músculos do cu apertaram o pau dele com tanta força que eu senti ele latejar dentro de mim. A buceta pulsava vazia, escorrendo em fios grossos e quentes pelas coxas, molhando a cama. Meus quadris davam movimentos secos, duros, involuntários, como se eu estivesse endemoniada — rebolando de forma brusca, quase convulsiva, descendo com força sobre o pau dele.

Ele me segurou firme, os braços fortes me envolvendo, sustentando meu corpo que não parava de tremer. Sem ele, eu teria caído pra frente.

— Caralho… Nicole… — gemeu ele no meu ouvido, voz quebrada.

Eu não conseguia falar. Só gemia alto, quase chorando, o rosto contorcido de prazer. O orgasmo era longo, profundo, parecia não ter fim. Cada espasmo fazia meu cu ordenhar o pau dele com força, como se quisesse tirar tudo que ainda tinha dentro. O cheiro de sexo estava forte no quarto — suor, buceta, lubrificante, porra. O calor do corpo dele colado nas minhas costas, o pau enterrado até o fundo no meu cu, minha buceta latejando e pingando… tudo era demais.

Eu desabei pra frente, de bruços na cama, o corpo mole e tremendo, tentando recuperar o fôlego. O orgasmo ainda pulsava em ondas fracas pelo meu corpo.

— Para… para um pouco… — pedi rouca, quase sem voz, o rosto afundado no travesseiro.

Ele não obedeceu.

Sentiu meu corpo mole e aproveitou. Segurou minha nuca com uma mão firme, a outra nas minhas costas, me pressionando contra o colchão. Meu rosto ficou esmagado no travesseiro, a bunda ainda empinada pra ele. Sem dizer nada, ele puxou o pau quase todo pra fora e meteu com violência.

Um gemido abafado escapou da minha garganta quando ele socou fundo, forte, sem piedade. Ele começou a meter com tudo, batendo os quadris contra minha bunda com estalos secos e brutais. Cada estocada era funda, agressiva, o pau entrando até o limite e saindo quase todo só pra voltar com mais força.

Doía. Doía pra caralho. Meu cu ardia, esticado ao máximo, cada socada mandando uma fisgada quente que misturava dor e prazer de um jeito insano. Mas eu gostei e Gostei demais.

— Porra… sua putinha safada… — rosnou ele, voz rouca e agressiva, metendo mais forte. — Toma no cu… toma tudo, caralho.

As palavras dele me acertaram como outro choque. Meu corpo reagiu, o cu apertando em volta do pau dele enquanto ele me fodia com violência. Ele segurava meu pescoço com mais força, me mantendo presa contra a cama, usando meu corpo como queria. Cada estocada fazia meus seios pequenos roçarem no lençol, o clitóris latejar contra o colchão, e o cu queimar de um jeito delicioso.

— Isso… me fode… — gemi abafado no travesseiro, voz quebrada.

Ele acelerou, socando mais rápido, mais bruto, os quadris batendo contra minha bunda com força suficiente pra deixar a pele vermelha. O quarto encheu com o som molhado e obsceno da carne batendo, misturado com meus gemidos roucos e os xingamentos dele.

— Sua vadia… geme mais pra mim… toma essa rola no cu… — grunhiu ele, apertando meu pescoço enquanto metia sem parar.

— Me coloca de quatro… me bate — ordenei, voz rouca e desesperada.

Ele não hesitou. Puxou meu corpo com força, me posicionando de novo de quatro na cama. Mal me ajeitei e ele já estava metendo de novo, socando fundo no meu cu com estocadas brutais. O pau entrava inteiro, batendo bem fundo, esticando tudo.

Então veio o primeiro tapa.

A mão dele acertou minha bunda com força, um estalo seco que ecoou no quarto. A ardência veio quente, queimando a pele. Ele não parou de meter. Socava e batia ao mesmo tempo, alternando entre as nádegas, cada tapa mais forte que o anterior.

— Mais forte… — gemi, empinando mais a bunda pra ele.

Ele obedeceu. Os tapas ficaram mais violentos, a palma da mão acertando minha pele com força, fazendo minha bunda arder e ficar vermelha. Cada tapa mandava uma onda de dor que se misturava com o prazer do pau me arrombando por trás.

— Enforca… — pedi, quase sem ar. — Enforca meu pescoço e deixa minha bunda roxa. Não para de meter.

Ele grunhiu de tesão e passou a mão pelo meu cabelo, enrolando ele no punho. Puxou minha cabeça pra trás enquanto a outra mão apertava meu pescoço por trás. Começou a me enforcar, firme, cortando o ar aos poucos. Ao mesmo tempo, acelerou as estocadas, metendo com violência, o pau entrando e saindo fundo no meu cu.

Os tapas continuavam. Cada vez mais fortes. Ele espancava minha bunda sem parar, a pele queimando, ficando cada vez mais vermelha, depois roxa. A dor era intensa, mas eu rebolava contra ele, pedindo mais.

— Isso… assim… me quebra… — gemi, voz estrangulada pela mão dele no meu pescoço.

Ele me fodia como um animal. O pau socando sem piedade no meu cu, a mão apertando meu pescoço, a outra batendo forte na minha bunda já roxa e ardendo. Meu corpo tremia inteiro, lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos, a respiração curta e difícil.

De repente, algo dentro de mim estalou.

Sem pedir, sem avisar, eu me movi com força. Empurrei o corpo dele pra trás, fazendo ele cair deitado na cama. Ele mal teve tempo de reagir. Eu subi em cima dele, posicionei o pau ainda duro na entrada da minha buceta e sentei com tudo.

As solas dos meus pés fincadas na cama, eu comecei a quicar. Forte. Profundo. Sem piedade.

Jogava meu corpo inteiro contra o dele, descendo com força, sentindo o pau me abrir inteira a cada descida. Olhava pro rosto dele — olhos revirados, boca aberta, uma mistura linda de dor e prazer enquanto eu o cavalgava sem parar. Meu clitóris roçava áspero na barriga dele a cada movimento, mandando choques elétricos pelo meu corpo.

Eu estava descontrolada. Quicava rápido, fundo, rebolando no fundo pra sentir ele todo. O som molhado dos meus quadris batendo contra ele enchia o quarto. Meus seios pequenos balançavam, o suor escorria pelo meu corpo. Eu gemia alto, sem me importar mais se alguém ouvia.