Capítulo 57
Ele tentava segurar minha cintura, mas eu estava no comando. Descendo com força, quicando sem parar, usando o pau dele como queria.
— Caralho… Nicole… eu vou… — gemeu ele, voz falhando.
Eu não parei. Continuei quicando mais forte, esfregando meu clitóris em sua barriga. Senti o pau dele inchar dentro de mim, pulsando forte. Ele gozou de novo com um gemido patético e frouxo, o corpo se tremendo inteiro embaixo de mim em espasmos pesados. Jatos quentes enchendo minha buceta enquanto eu continuava descendo sobre ele, ordenhando cada gota.
Quando ele finalmente amoleceu, eu desabei pra frente, deitada sobre o peito dele, os dois ofegantes, completamente suados e destruídos. Ficamos assim por um tempo, respirando pesado, sem conseguir falar nada. Meu corpo ainda tremia com espasmos fracos, a buceta e o cu latejando ao mesmo tempo.
O silêncio da derrota tomou conta do quarto. Nenhum dos dois tinha forças pra se mover. Estávamos completamente destruídos, suados e ofegantes. Felipinho se deitou ao meu lado e me puxou com cuidado, fazendo eu deitar a cabeça no peito dele. Fiquei ali, muda, ouvindo os batimentos acelerados do coração dele enquanto o quarto do meu irmão continuava entregando uma sinfonia de gemidos, tapas e barulhos surdos.
Um risinho bobo dele rompeu o silêncio.
— Parece que alguém tá se divertindo mais que a gente…
Eu levantei a cabeça, olhei pra ele com um sorrisinho cansado.
— Eu duvido — respondi. — Eu tô me divertindo bastante. Você não?
Ele fez uma pausa, ainda respirando pesado, e sorriu de canto.
— Eu? Eu poderia morrer agora que morreria feliz.
Eu dei uns beijos nele — coisa que geralmente não faço. Beijei o peito, o pescoço, o canto da boca. Depois me deitei de novo no peito magrinho dele, sentindo o calor da pele.
— Eu preciso de um banho — murmurei.
Ele não respondeu nada, só ficou ali com um sorriso bobo no rosto, ouvindo os barulhos que vinham do quarto ao lado.
Eu respirei fundo e senti o cheiro. Aquele cheiro característico de bundinha suja subindo. Fiquei preocupada na hora. Olhei rapidamente pro pau dele, meio mole encostado na coxa, pra ver se não tinha sujado nada além do normal. Estava tudo certo, graças a Deus. Seria uma vergonha horrível eu ter sujado o pau do garoto.
Mas aí veio outra preocupação. Eu tinha colocado atrás… e depois coloquei na frente. Fiquei imaginando como ia limpar aquilo tudo lá dentro. O lubrificante e esperma misturado com... vocês sabem bem!
Felipinho passou a mão preguiçosa nas minhas costas, descendo até a bunda ainda quente e marcada.
— Você é incrível… — murmurou ele, quase dormindo.
Eu só sorri de leve, mas por dentro já pensava no banho que ia ter que tomar. E em como meu corpo ainda não tinha terminado de pedir mais.
Me levantei devagar, as pernas ainda fracas, e fui para o banheiro sem fechar a porta. Sentei no vaso e senti tudo escorrendo de mim — da buceta e do cu. Um fio quente e viscoso misturado com lubrificante, o som molhado caindo na água, pequenos gases presos saindo. Por um momento aquilo me deixou estranhamente feliz.
"É isso que eu gosto. Eu quero fazer mais desse jeito", pensei, mordendo o lábio inferior.
Felipinho apareceu quando eu tinha acabado de dar a descarga. Ele entrou no banheiro como se fosse a coisa mais natural do mundo, sem pedir licença, sem vergonha. Compartilhamos o espaço como um casal que está junto há muito tempo. Era estranho… eu sempre ficava meio sem jeito depois de dar, querendo me esconder, mas com ele eu me sentia tranquila. Em paz, de um jeito raro.
Entrei no chuveiro e ele veio atrás. A água quente caiu sobre nós dois. Não falamos quase nada. Ele não era pegajoso como o Fabiano, não ficava enchendo o saco de carinho ou conversa. Só ficamos ali, deixando a água lavar o suor, o lubrificante e o resto do que tínhamos feito.
Enquanto a água quente escorria pelo meu corpo magro, ensaboando a pele clara que ainda guardava marcas leves das mãos do Felipinho — um roxo discreto no quadril, a bunda ainda ardendo dos tapas — minha cabeça viajou. Fabiano. Quase todo dia ele subia. Batia na porta com aquele jeito dele, entrava, me prensava contra a parede ou me jogava na cama, metia rápido, gozava em poucos minutos e ia embora. O pau dele era bom, grosso, enchia bem. Mas depois do que tinha rolado com o Felipinho... eu já sabia que ia ter que dispensar o Fabiano hoje. Seria estranho pra caralho ele chegar do nada e me encontrar com outro cara, ou pior, o Felipinho ver um tatuado mais velho me pegando e me arrastando pro quarto como se eu fosse propriedade dele.
Eu estava distraída, passando a mão entre as pernas pra limpar o resto do que tinha escorrido, quando o Felipinho encostou o peito nas minhas costas e perguntou baixinho:
— Tá pensando no quê, Nicole?
Acordei do devaneio de repente, o coração dando um salto. Fiquei na defensiva na hora.
— Nada... — respondi, voz baixa, sem olhar pra ele. Sempre fui péssima mentindo. Meu tom saiu seco, quase culpado.
Ele era mais novo, imaturo, curioso daquele jeito de menino que não desiste fácil. Não engoliu. Virou meu corpo devagar, as mãos na minha cintura estreita, me olhando com aquela cara de quem quer entender.
— Do nada você ficou quieta. Me fala o que foi? Eu fiz algo errado?
Por um segundo passou pela minha cabeça falar a verdade crua: “É que vem um cara que me come quase todo dia e eu tô com medo dele dar de cara com você”. Mas não tive coragem. Em vez disso, a imagem surgiu sozinha na minha mente, quente, suja. Eu de quatro na cama, Felipinho metendo na minha buceta por baixo enquanto o Fabiano segurava minha cabeça e enfiava o pau na minha boca. Os dois me usando ao mesmo tempo, sem me perguntar nada, só me enchendo. Meu corpo inteiro esquentou de novo, a buceta dando uma pulsada lenta mesmo depois de tudo que tinha rolado. Balancei a cabeça, tentando afastar o pensamento.
— Não é nada. Só... tô cansada — murmurei, encostando a testa no peito molhado dele.
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