Capítulo 60
Passei pelo meu quarto e os dois estavam lá, conversando e rindo como se fossem os donos do mundo. Pareciam dois garanhões satisfeitos. Eu só dei um sorrisinho de canto e continuei andando sem falar nada. Fui pra área de serviço pendurar a calcinha da Val no varal enquanto ela terminava o banho.
Mal tinha estendido a calcinha molhada quando ouvi os passos do Jonathan vindo atrás de mim.
— Vamos arrumar alguma coisa pra comer, irmã?
Eu olhei pra ele. Eu conhecia o tom do malandro. Ele queria alguma coisa... e claramente não queria o Felipinho junto.
— E aí… tá feliz? Ela falou bem de você. Gostou?
Ele deu um sorrisinho meio sem graça.
— Foi maneiro sim… mas, honestamente? Tem umas paradas que você faz melhor que ela.
Eu parei no meio do caminho, sentindo um calor gostoso subir pela barriga.
— Tipo o quê, Jontu? — perguntei baixinho, curiosa.
— Ahn… sei lá. Tipo boquete. O seu é muito mais profissa.
Eu ri baixinho, orgulhosa sem querer. Puxei ele pelo braço direto pro quartinho de empregada, aquele apertado cheio de caixa e tralha velha.
— Nicole, para de inventar… eles vão vir atrás da gente.
— Você nunca quis comer duas no mesmo dia? Deixa de ser chato.
— Caralho… o Felipinho não deu conta do seu fogo mesmo, né?
Ele estava agitado, mas eu via nos olhos dele que já estava ficando duro de novo. E eu queria mais, queria sacanagem, queria todo mundo pelado ali, me usando ao mesmo tempo se fosse possível. O meu tesão não tinha baixado nem um pouco.
— Cala a boca e entra aí. É rapidinho.
Abri a porta do quartinho de empregada e empurrei meu irmão pra dentro, fechando logo atrás de nós. O espaço era pequeno, abafado, cheirando a poeira e coisa guardada. Arranjei umas almofadas velhas que estavam empilhadas num canto, joguei no chão e me ajoelhei bem na frente dele. Puxei o short e a cueca pra baixo de uma vez. O pau dele saltou pra fora, já meio duro, pesado, balançando bem na minha cara. O cheiro quente dele me acertou forte e minha buceta deu uma pulsada molhada.
Segurei ele com a mão direita, sentindo o calor, a pele macia esticada. Comecei a punhetar devagar, bem devagar, apertando de leve na cabeça.
— Vai me contando como foi com ela… — murmurei, com a voz baixa e cheia de tesão, olhando pra cima com aquele olhar pesado. — Conta tudo.
Ele respirou fundo quando apertei mais. A mão dele foi pro meu cabelo, segurando o rabo de cavalo frouxo.
— Caralho, Nicole… ela era apertadinha pra caralho. Quando eu entrei devagar ela já gemeu alto, tremendo… — ele parou de falar quando eu lambi a cabeça devagar, circulando a língua molhada em volta.
Eu chupei só a cabecinha, sugando leve, enquanto a mão continuava punhetando a base ritmada. O gosto dele era forte, salgado, misturado com o resto da Val. Minha buceta latejava, escorrendo devagar pela coxa.
— Continua… — pedi baixinho, tirando ele da boca por um segundo, saliva brilhando na ponta.
— Ela rebolava gostoso quando eu metia mais fundo… mas não apertava tanto quanto você. Gozou rapidinho na primeira vez, miando, arranhando minhas costas… Porra, assim… — gemeu ele quando eu desci a boca mais fundo, engolindo quase tudo.
Fiquei chupando devagar, molhado, cabeça balançando no ritmo da punheta. Saliva escorria pelo meu queixo e pingava no chão. Eu gemia baixinho com ele na boca, o som vibrando no pau dele.
— E você deu aquele bombadão forte? — perguntei, tirando ele da boca e batendo a cabeça molhada na minha língua.
— Ela aguentou, mas ficava pedindo pra ir mais devagar… você não pede. Você só abre as pernas e deixa eu te comer. — A voz dele estava tremida, o quadril mexendo de leve contra minha boca. — Porra, Nicole… sua boca é muito melhor.
Eu sorri por dentro, orgulhosa e molhada pra caralho. Voltei a chupar com mais vontade, descendo fundo, apertando os lábios em volta dele enquanto a mão massageava as bolas quentes e pesadas. O pau dele pulsava na minha boca, latejando forte.
Tirei ele devagar, saliva escorrendo pelo queixo, e olhei pra cima com os olhos provocadores que deixavam meu irmão doido.
— Jontu… o Felipinho falou uma coisa que me deixou meio doida. Ele disse que queria me comer junto com mais um cara.
Voltei a chupar imediatamente, mais molhado, mais fundo, a língua rodando embaixo da cabeça enquanto esperava ele responder. Meu irmão soltou um gemido rouco, quadril mexendo de leve contra minha boca, claramente maquinando com dificuldade.
— Porra, Nicole… falar pra ele que a gente se come é foda. E tem a Val também… acho que não rola.
Tirei o pau da boca com um som molhado, punhetando firme e rápido agora, a cabeça brilhando de saliva.
— Ele disse que toparia com o Fabiano…
Meu irmão ficou em silêncio por um segundo, respirando pesado. Eu voltei a chupar com fome, sugando forte, descendo até sentir ele tocar no fundo da garganta.
— Tu quer mesmo dar pra dois ao mesmo tempo? — perguntou ele, voz rouca, quase incrédula, mas com tesão evidente.
Eu só gemi em resposta, vibrando o som direto no pau dele. Chupei mais rápido, mais fundo, a mão punhetando no mesmo ritmo, apertando as bolas com a outra. Sentia ele inchando na minha boca, pulsando forte, as coxas tremendo.
— Nicole… caralho… eu vou…
Não parei. Chupei mais fundo ainda, apertando os lábios, olhando pra ele por cima. Ele agarrou meu cabelo com força, quadril dando estocadas curtas na minha boca. Veio quente, grosso, jatos fortes batendo no fundo da garganta. Engoli o que deu, o resto escorrendo pelo canto da boca enquanto ele tremia inteiro, gemendo baixo meu nome.
Fiquei ali de joelhos, pau dele ainda na boca, sentindo os últimos espasmos, o gosto dele enchendo tudo. Minha buceta latejava desesperada, encharcada.
Me levantei devagar, batendo os joelhos pra tirar o pó das almofadas velhas. Engoli o resto do esperma que tinha ficado agarrado na garganta, grosso, salgado, descendo quente. Ainda sentia o gosto dele na língua. Meu irmão se ajeitava, tentando enfiar o pau meia-bomba de volta na bermuda, respirando pesado.
— A gente podia tentar transar todo mundo no mesmo ambiente e ver o que rola — falou ele, voz ainda rouca.
Eu limpei o canto da boca com as costas da mão, sentindo querendo.
— Tu vai deixar o Felipinho comer a Val?
Ele deu de ombros, como se aquilo não significasse porra nenhuma pra ele. Eu ri baixinho, imaginando a cena: todo mundo pelado, gemendo, o quarto fedendo a sexo. Minha buceta deu outra pulsada, escorrendo devagar pela coxa.
— Caralho… eu preciso muito dar de novo — murmurei, voz baixa, quase implorando.
— Comigo por enquanto não vai rolar, irmã — disse ele, mostrando o pau murcho dentro da bermuda. — Mas eu tenho uma ideia.
— Qual?
— Vamos voltar pro quarto. Eu vou pra cima da Val… e você vai pro Felipinho. A gente vê o que rola.
Eu fiquei quieta um segundo, pensando. Não achava que a Val ia topar de verdade. Ela tinha curtido tocar siririca comigo, deixar eu chupar ela no banheiro da escola… mas parecia que ficava só nisso. No fundo, eu queria que ela topasse. Queria ver meu irmão metendo nela enquanto o Felipinho me comia. Queria os quatro no mesmo quarto, suados, gemendo, me usando.
A ideia me deixou ainda mais molhada. O vestidinho curto já estava grudando entre as pernas.
— Tá… vamos ver o que rola — respondi baixinho, sentindo o coração bater forte e aquela fome quente crescendo de novo no meio das pernas.
Depois de pendurar a calcinha da Val, voltamos pro quarto. Ela tinha acabado de sair do banheiro, cabelo ainda úmido. Meu irmão não perdeu tempo: puxou ela pela cintura e deitou com ela no chão, junto do armário. Felipinho veio comigo pra cama. Os dois começaram a falar putaria, provocando a gente, falando que queriam ver eu e a Val nos beijando.
Eu fiquei levemente constrangida, esperando a reação dela. Val parecia desconfortável. Meu irmão, safado, não sabia de nada do que rolou mais cedo no banheiro da escola, e acho que minha cara de culpa só deixava a brincadeira deles mais forte dando sinais errados.
Foi a Val que quebrou o silêncio primeiro:
— Eu não sou sapatão, cacete. Não curto buceta, então pode parar vocês dois.
Felipinho, com aquele sorrisinho malicioso, não deixou passar:
— Mas tu deixaria uma mina te chupar?
Quando ele falou isso, Val olhou direto pra minha cara, uma expressão tipo “tu falou alguma porra para ele, piranha?”. Meu estômago apertou. Eu só tinha falado para o meu irmão que a gente tocava uma juntas… nada de boca. Meu irmão não ia soltar nada, eu acho. Mesmo assim, a conversa me deixou apreensiva, achando que logo aquilo ia dar merda se continuasse.
— Eu não sei vocês… mas eu toparia mais um round, hein… — soltou meu irmão que não tinha a menor condição pelas minhas contas.
Felipinho, como se tivesse ouvido nossa conversa no quartinho, soltou:
— Hum… a gente podia ficar todo mundo aqui. O que você acha, Nicole?
Olhei pra Val, ri nervosa, a buceta tremendo de tesão, molhada de novo.
— Por mim… eu não tenho vergonha do meu irmão.
Val arregalou os olhos, chocada:
— Que isso, Nicole? Tu deixaria teu irmão te ver transando assim, de boa?
— Ahn… sei lá. Eu não ligo. Ele já me vê pelada todo dia mesmo. A gente não tem essa frescura aqui em casa.
Era verdade… em parte. Antes de começarmos a transar, ele só me via pelada quando eu era mocinha e ele ainda criança. Depois parou quanto meus seios começaram a aparecer e só voltou depois que a gente começou a transar.
Val me olhou por um segundo, depois abriu um sorrisinho malicioso, curiosa:
— Agora eu fiquei curiosa pra ver sua performance, Nicole.
Senti um arrepio forte subir pela espinha.

