— A gente podia tentar transar todo mundo no mesmo ambiente e ver o que rola — falou ele, voz ainda rouca.

Eu limpei o canto da boca com as costas da mão, sentindo querendo.

— Tu vai deixar o Felipinho comer a Val?

Ele deu de ombros, como se aquilo não significasse porra nenhuma pra ele. Eu ri baixinho, imaginando a cena: todo mundo pelado, gemendo, o quarto fedendo a sexo. Minha buceta deu outra pulsada, escorrendo devagar pela coxa.

— Caralho… eu preciso muito dar de novo — murmurei, voz baixa, quase implorando.

— Comigo por enquanto não vai rolar, irmã — disse ele, mostrando o pau murcho dentro da bermuda. — Mas eu tenho uma ideia.

— Qual?

— Vamos voltar pro quarto. Eu vou pra cima da Val… e você vai pro Felipinho. A gente vê o que rola.

Eu fiquei quieta um segundo, pensando. Não achava que a Val ia topar de verdade. Ela tinha curtido tocar siririca comigo, deixar eu chupar ela no banheiro da escola… mas parecia que ficava só nisso. No fundo, eu queria que ela topasse. Queria ver meu irmão metendo nela enquanto o Felipinho me comia. Queria os quatro no mesmo quarto, suados, gemendo, me usando.

A ideia me deixou ainda mais molhada. O vestidinho curto já estava grudando entre as pernas.

— Tá… vamos ver o que rola — respondi baixinho, sentindo o coração bater forte e aquela fome quente crescendo de novo no meio das pernas.

Depois de pendurar a calcinha da Val, voltamos pro quarto. Ela tinha acabado de sair do banheiro, cabelo ainda úmido. Meu irmão não perdeu tempo: puxou ela pela cintura e deitou com ela no chão, junto do armário. Felipinho veio comigo pra cama. Os dois começaram a falar putaria, provocando a gente, falando que queriam ver eu e a Val nos beijando.

Eu fiquei levemente constrangida, esperando a reação dela. Val parecia desconfortável. Meu irmão, safado, não sabia de nada do que rolou mais cedo no banheiro da escola, e acho que minha cara de culpa só deixava a brincadeira deles mais forte dando sinais errados.

Foi a Val que quebrou o silêncio primeiro:

— Eu não sou sapatão, cacete. Não curto buceta, então pode parar vocês dois.

Felipinho, com aquele sorrisinho malicioso, não deixou passar:

— Mas tu deixaria uma mina te chupar?

Quando ele falou isso, Val olhou direto pra minha cara, uma expressão tipo “tu falou alguma porra para ele, piranha?”. Meu estômago apertou. Eu só tinha falado para o meu irmão que a gente tocava uma juntas… nada de boca. Meu irmão não ia soltar nada, eu acho. Mesmo assim, a conversa me deixou apreensiva, achando que logo aquilo ia dar merda se continuasse.

— Eu não sei vocês… mas eu toparia mais um round, hein… — soltou meu irmão que não tinha a menor condição pelas minhas contas.

Felipinho, como se tivesse ouvido nossa conversa no quartinho, soltou:

— Hum… a gente podia ficar todo mundo aqui. O que você acha, Nicole?

Olhei pra Val, ri nervosa, a buceta tremendo de tesão, molhada de novo.

— Por mim… eu não tenho vergonha do meu irmão.

Val arregalou os olhos, chocada:

— Que isso, Nicole? Tu deixaria teu irmão te ver transando assim, de boa?

— Ahn… sei lá. Eu não ligo. Ele já me vê pelada todo dia mesmo. A gente não tem essa frescura aqui em casa.

Era verdade… em parte. Antes de começarmos a transar, ele só me via pelada quando eu era mocinha e ele ainda criança. Depois parou quanto meus seios começaram a aparecer e só voltou depois que a gente começou a transar.

Val me olhou por um segundo, depois abriu um sorrisinho malicioso, curiosa:

— Agora eu fiquei curiosa pra ver sua performance, Nicole.

Senti um arrepio forte subir pela espinha e fiquei mais nervosa quando eu ouvi Felipinho, que era um pivete soltar com toda a certeza do mundo:

— Ces querem mesmo?

O quarto inteiro gritou um sim alto e sonoro, menos eu que estava com a cara vermelha me escondendo atrás das mãos. Eu sabia que Val era fogo de palha, ela estava falando isso, mas essas coisas eu acho que não era para ela, mas eu nem quis saber.

Felipinho olhou em volta e continuou.

— Então tá então!

Felipinho me agarrou pela cintura e me deu um beijo mole, quente, molhado. A língua dele entrou devagar, preguiçosa, misturando saliva enquanto a mão boba descia e apertava minha bunda por baixo do vestidinho curto. Eu não estava de calcinha. O tecido subiu fácil, deixando meus fundilhos à mostra pra quem quisesse olhar. Meu irmão e a Val estavam ali, bem perto. Saber que eles estavam vendo me fez derreter inteira. O tesão que já me consumia agora me engolia de vez.

Ele puxou mais forte, querendo dar uma de macho, e agarrou meu pescoço com a mão grande e eu simplesmente me entreguei. Fiquei mole, gemendo baixinho contra a boca dele. Felipinho me deitou de barriga pra cima na cama, sério, olhando nos meus olhos. Sem dizer nada, levantou meu vestido até a cintura, expondo tudo.

Val soltou um gritinho abafado de surpresa. Eu nem consegui reagir — Felipinho já tinha levantado minhas pernas, abrindo elas bem abertas, e caiu de boca.

A primeira lambida foi quente, larga, da entrada até o clitóris. Eu tremi inteira. Ele não tinha muita técnica, mas era faminto. Chupava meu clitóris com força, sugando ele pra dentro da boca quente, língua rodando pesado por cima. Depois descia, lambendo os lábios inchados, enfiando a língua na entrada molhada como se quisesse beber tudo que escorria de mim.

— Caralho… — gemi baixinho, mão indo pro cabelo dele.

Ele segurou minhas coxas com força, abrindo mais, quase dobrando minhas pernas contra meu peito. A língua dele entrava e saía, fodendo minha buceta devagar enquanto o nariz roçava no clitóris. Depois subia de novo, chupando o pontinho inchado com vontade, sugando, vibrando a língua rápido. Cada chupada mandava uma onda quente subindo pela barriga, apertando meu ventre. Meu cu piscava junto, o corpo inteiro formigando.