Capítulo 62
Eu estava encharcada. O som molhado da boca dele ecoava no quarto — barulhento, obsceno. Molhado escorria pelo meu cu, pingando na cama. Ele lambeu tudo, descendo a língua até meu cuzinho, circulando devagar, pressionando a pontinha quente ali enquanto dois dedos entravam fundo na minha buceta, socando ritmado.
Minhas pernas tremiam sem controle. O prazer subia denso, pesado, fazendo meus seios pequenos formigarem, os bicos duros roçando no vestido embolado. Eu gemia baixo, quase sem voz, quadril mexendo sozinho contra a boca dele.
— Assim… chupa mais… — sussurrei, voz rouca.
Ele obedeceu, sugando meu clitóris com mais força, dedos curvados batendo naquele ponto que me fazia ver estrelinhas. O tesão estava tão alto que eu sentia o orgasmo subindo rápido, quente, apertado. Sabia que os outros estavam olhando. Sabia que meu irmão via tudo. Isso só piorava — ou melhorava — tudo.
Meu corpo travou. As coxas apertaram a cabeça dele, a buceta pulsando forte contra os dedos e a língua. Gozei gemendo abafado, ondas longas e profundas, molhado jorrando na boca dele enquanto ele continuava chupando, bebendo tudo, sem parar.
Eu já tinha esquecido completamente dos dois que estavam no chão perto do armário. Só me dei conta depois de gozar, quando ouvi a Val reclamando, ainda montada no meu irmão, de roupa:
— Ai, meu joelho tá doendo nesse chão… me passa uma almofada.
Felipinho pareceu notar antes e falou, ainda com a boca brilhando do meu gozo:
— Jontu, vem vocês dois pra cama também, a gente se aperta aqui e vai dar de boa!
— Caralho, viado, vai quebrar a cama. Ela é pequena, não cabe nós quatro.
Minha cama era de solteira, mas era dessas mais larguinhas. Dava pra dormir agarradinho com alguém confortávelmente, mas quatro pessoas… eu nem sabia se o o box do colchão aguentaria.
— A gente fica meio de lado, vem que dá — insistiu Felipinho.
Olhei pra Val. Nós duas estávamos morrendo de vergonha, mas o tesão era tão forte que não deixava a gente falar quase nada. Meu corpo ainda tremia do orgasmo, a buceta latejando, molhada, querendo mais. Pra deixar ela mais à vontade, falei baixinho, quase cochichando:
— Tira a calça, Val…
Meu tom saiu morto, baixo, inseguro. Ela me olhou nervosa, riu colocando a mão no botão da calça, mas olhou pro Felipinho como se estivesse morrendo de vergonha dele ver.
— Ah amiga… eu não sei. Tô morrendo de vergonha disso.
Senti meu rosto esquentar. Estranhamente, aquela vergonha dela, ver ela fazendo coisas que nunca tinha feito, me deu ainda mais tesão. Meu corpo inteiro tremia quente.
Val respirou fundo, criou coragem e tirou o resto da roupa. Ficou completamente nua na nossa frente. Os seios mais cheios que os meus, a buceta carnuda, pele clara ficando rosada de vergonha. Felipinho, malandro, soltou só um “uau” baixinho pra não constranger e desviou o olhar rápido. Por fim ela deitou na cama, do meu lado.
Quem entrasse naquele quarto agora veria nós duas atravessadas na cama, pernas abertas, e os meninos ajoelhados no chão chupando nós duas ao mesmo tempo.
Eu me aninhei mais pra perto da Val, segurei a mão dela, entrelaçando os dedos. Olhei pro corpo dela, pros seios subindo e descendo rápido, pros bicos rosados duros. Enquanto Felipinho voltava a cair de boca em mim — língua quente, faminta, sugando meu clitóris inchado —, eu não conseguia tirar os olhos dela.
Meu irmão abriu as pernas da Val com as mãos e desceu o rosto. Vi o exato momento em que a língua dele tocou nela. Val soltou um gemidinho agudo, surpresa, corpo dando um solavanco. Jonathan chupava devagar no começo, lambendo toda a fenda, depois focou no clitóris, sugando com vontade. O rosto dela era a coisa mais linda: bochechas vermelhas, boca entreaberta soltando gemidos roucos e miados curtos, olhos semicerrados, sobrancelhas franzidas de prazer. Cada vez que ele enfiava a língua mais fundo, ela apertava minha mão com força, o quadril tremendo contra a boca dele.
Eu queria tanto beijar ela. Queria sentir aquela boca gemendo contra a minha. O tesão era insano. Me inclinei, ainda com Felipinho chupando minha buceta sem parar, e colei minha boca no seio dela. Nunca tinha feito isso na vida. Chupei o bico devagar, sentindo ele duro na minha língua, depois suguei mais forte, lambendo em círculos. Val urrou, um gemido alto, quebrado, corpo arqueando.
— Ahh… caralho… Nicole…
Ela gozou forte, tremendo inteira, apertando minha mão até doer, quadril dando estocadas curtas contra a boca do meu irmão. O rosto dela contorcido de prazer era a coisa mais safada que eu já tinha visto. Eu fiquei doida. A buceta pulsava na boca do Felipinho, quase gozando de novo só de ver ela.
Bati de leve na cabeça do Felipinho, voz rouca e urgente:
— Para… mete. Eu quero que você meta — falei baixinho, coma a voz carregada de tesão.
Val estava encolhida do meu lado, em posição fetal, rindo baixinho que nem uma doida ainda tremendo do orgasmo. Meu irmão agora se masturbava sem medo e nem vergonha, a mão subindo e descendo no pau duro. Quando vi ele assim, tão perto, desejei tanto... Queria chupar ele ali, sentir aquele gosto familiar na boca enquanto outro me fodia. Mas aquela dinâmica era complicada. Revelar tanta naturalidade poderia ser perigoso. Já era estranho pra cacete estar transando no mesmo quarto que meu irmão… imagina eu mamando ele na frente deles? Mesmo assim, minha cabeça voou longe: eu de quatro, Felipinho metendo forte atrás, eu chupando meu irmão enquanto Val… sei lá, chupava meus peitos ou passava a mão em mim. O pensamento me deixou ainda mais molhada.
— Ih mano, igual pornô nessa porra? Bora! — falou Felipinho animado, me puxando pra ficar de quatro na cama.
De quatro era uma das posições que eu mais estava gostando. Eu ficava completamente aberta, vulnerável, bundinha empinada. Não precisava fazer nada, só receber. Isso pra mim era perfeito. Era raro eu querer tomar atitude. Eu gostava mesmo era quando o cara tomava conta, me usava do jeito que quisesse.
