Capítulo 63
Senti o colchão afundar atrás de mim. Felipinho segurou meus quadris magros com as duas mãos, abriu minhas pernas um pouco mais e encostou a cabeça grossa na entrada molhada. Eu empinei mais a bunda, pedindo em silêncio. Ele não esperou. Empurrou devagar no começo, depois meteu fundo de uma vez, abrindo tudo.
Soltei um gemido mais relaxado que o normal quando ele me encheu inteira. Todo mundo ouviu e caiu na risada. Fiquei morrendo de vergonha, puxei um travesseiro e enfiei a cara nele pra me esconder.
— Vocês parem de rir, tá? Senão eu paro com tudo! — ameacei, mas minha voz saiu toda molenga e ninguém levou a sério.
Val riu junto, mas foi ficando mais solta. Meu irmão, safado, começou a zoar com ela:
— Olha como ela fica de quatro, Val. Tem que empinar mais a bundinha assim, ó…
Virou uma discussão boba e gostosa sobre “como uma mulher tem que ficar de quatro”. A gente foi relaxando aos poucos, rindo, zoando um do outro. Era surreal. Parecia mais uma brincadeira de amigos do que uma putaria. Eu olhava pro meu irmão de canto de olho e via que ele também estava tenso, mas tentando disfarçar.
— Olha minha irmã, fica igual ela! — ele falou, apontando pra mim.
Val me olhou com cara de surpresa, vendo minha bunda empinada e o Felipinho enterrado em mim. Ela se levantou um pouco nos joelhos pra ver melhor.
— Nossa… é muito grande isso — murmurou, voz rouca, quase sem conseguir falar direito. Puro tesão.
Felipinho deu uma socadinha lenta e funda. Meu corpo inteiro travou, um gemido escapou abafado no travesseiro. Val ficou olhando, fascinada.
— É bom assim, amiga?
— Caralho, garota… fica de quatro e vê você mesma — respondi, rindo sem ar com uma malcriação.
Eu sempre fui ruim de entender as pessoas. Val às vezes falava como uma puta, cheia de coragem, mas na hora de se soltar de verdade ela travava ou morria de vergonha. Eu não sabia se o problema era eu, que sou muito direta e doida, ou se era ela. Porra, eu conheci ela me tocando no banheiro da escola e foi ela que me chamou pra gente tocar juntas. Isso é estranho pra caralho. Nunca ouvi nenhuma garota falar disso assim. Tem que ser muito bestie… ou duas lésbicas encubadas.
E foi aí que me veio um estalo: caralho, essa mina curte mulher. Ela fala que não porque tá no armário. Ela deixou eu chupar ela, deixou eu enfiar os dedos… será que é só medo? Pode ser…
Não deu tempo de terminar o pensamento. Felipinho segurou meus quadris magros com força e começou a meter forte, fundo, ritmado. Soltei um gemido mais alto, quase um grito abafado, e baixei a cabeça, mordendo o travesseiro. O quarto inteiro já tinha o cheiro forte de sexo: suor jovem, buceta molhada, pau, lubrificante e aquele cheiro quente de pele excitada.
Do meu lado, meu irmão finalmente começou com a Val. O barulho molhado das estocadas deles se misturava com o nosso. Val virou o rosto pro outro lado, deixando o cabelo cair e tampar a cara, como se quisesse se esconder da vergonha. Os dois rapazes socavam na gente no mesmo ritmo, rindo, se divertindo pra caralho, o quarto cheio de tapas, gemidos e zoação.
— Olha o barulho que elas fazem, mano! Tá tipo pornô ao vivo! — Felipinho ria alto, dando um tapa estalado na minha bunda que ardeu gostoso e deixou a pele vermelha.
Meu irmão riu junto, metendo mais fundo na Val, a mão dele batendo na bunda dela com força:
— Nossa ela é muito apertada irmão, tou quase gozando já!
Cada tapa ecoava no quarto. O cheiro ficava mais forte: suor misturado com o aroma doce-azedo de buceta, o cheiro masculino dos meninos, o leve perfume que a Val usava. Meu corpo balançava pra frente toda vez que Felipinho socava, os seios pequenos roçando no lençol, o clitóris latejando mesmo sem ninguém tocar. Eu sentia o pau dele abrindo tudo, batendo fundo, o som obsceno molhado ecoando.
Val soltava gemidinhos agudos, abafados, o corpo tremendo. Eu olhava de canto de olho pra ela, vendo o rosto vermelho, boca entreaberta. O tesão era tanto que o ar parecia pesado, quente, cheio de respirações ofegantes e risadas safadas.
Ninguém gozava. Os meninos estavam se divertindo demais, rindo alto, comentando tudo com aquela empolgação safada de quem tá vivendo um sonho.
— Caralho, escuta como ela tá molhada… parece que tá chovendo aí embaixo! — Felipinho ria, dando um tapa estalado na minha bunda que fez a pele arder gostoso.
Meu irmão, ofegante, metendo na Val, respondeu entre risadas:
— Essa aqui aperta pra porra toda vez que eu entro fundo… olha a cara dela, tá vermelha que nem pimentão!
Era zoado, era safado, era gostoso pra caralho. Mesmo com a vergonha queimando meu rosto, eu me sentia tão puta, tão livre e feliz de um jeito que quase nunca sentia. Meu corpo todo vibrava: a buceta latejando quente em volta do pau do Felipinho, o suor escorrendo pelas costas, os seios pequenos roçando no lençol a cada estocada. O quarto estava tomado por um cheiro forte e viciante — suor jovem misturado com buceta molhada, o aroma almiscarado dos meninos, um leve perfume doce da Val e aquele cheiro quente de sexo no ar. Cada tapa, cada gemido, cada risada só fazia meu tesão aumentar.
Val do meu lado começava a se soltar aos poucos. Os gemidinhos dela estavam ficando mais altos, o corpo tremendo. Eu toda hora me insinuava pra ela: esticava a mão, apertava de leve um dos seios mais cheios dela, roçava o polegar no bico duro. Ela suspirava, ficava vermelha, mas não correspondia direito — só ria nervosa e desviava o olhar. Isso me deixava ainda mais louca. Queria tanto sentir ela de verdade…
Os meninos, suados e rindo, decidiram trocar de posição. Felipinho se sentou onde eu estava e me puxou pra cima dele, sentando-se encostado na cabeceira. Eu subi no colo dele, de frente, sentindo o pau grosso roçar na minha entrada molhada. Desci devagar, centímetro por centímetro, soltando um gemido longo e rouco quando ele me encheu inteira. A sensação era deliciosa — ele bem fundo, me abrindo, pulsando dentro de mim. Apoiei as mãos no peito dele e comecei a cavalgar devagar, rebolando no fundo, sentindo cada veia, cada movimento.
Do meu lado, Val fez o mesmo com meu irmão. Ela sentou por cima dele, um pouco insegura no começo, mas foi descendo. O gemido que ela soltou quando ele entrou foi lindo — agudo, surpreso, cheio de tesão. Os dois casais agora cavalgando lado a lado na cama de solteira, corpos quentes se roçando de vez em quando, o colchão rangendo baixinho. O cheiro de sexo ficou ainda mais forte: suor e buceta, tudo misturado no ambiente.
Eu olhava pra Val enquanto subia e descia no pau do Felipinho. Os seios dela balançavam no ritmo, os bicos rosados duros, o rosto vermelho e a boca entreaberta soltando gemidinhos roucos. Meu irmão segurava a cintura dela, ajudando no movimento, chupando os peitinho dela. Felipinho fazia o mesmo comigo, apertando minha bunda magra, me guiando pra descer mais fundo.
— Porra… olha sua irmã, como fode bem... — Felipinho gemeu, rindo, dando um tapa mais forte que fez minha pele arder.
Meu irmão riu junto, metendo pra cima na Val:
— Porra, mano! É minha irmã, não manda eu olhar que é esquisito — mentiu meu irmão, rindo nervoso, mesmo estando claramente morrendo de tesão. Os olhos dele não paravam de voltar pra mim e pra Val.
A gente continuou cavalgando. De repente Val começou a tremer mais forte. Os gemidos dela ficaram mais agudos, desesperados. Ela apertava os ombros do meu irmão, quadril mexendo rápido, quase descontrolado, descendo fundo no pau dele.
— Ahh… caralho… tô… tô gozando… — ela gemeu alto, voz quebrada.
O corpo dela travou inteiro. As coxas apertaram forte em volta dele, a buceta pulsando visivelmente enquanto ondas de prazer passavam por ela. Val jogou a cabeça pra trás, boca aberta, soltando um gemido longo e rouco que encheu o quarto. O rosto dela estava vermelho, olhos semicerrados, testa franzida de tanto prazer. Os seios balançavam com os tremores, bicos duros, pele brilhando de suor. Ela gozou forte, demorado, o corpo dando espasmos curtos e intensos, molhado escorrendo pela base do pau do meu irmão.
Quando o orgasmo finalmente passou, Val desabou pra frente, ofegante, encostando o rosto no peito dele, ainda tremendo.
— Preciso de um tempo… por favor… tá bom demais, mas eu preciso respirar um pouco — murmurou ela, com a voz fraca e rindo sem ar.
Meu irmão acariciou as costas dela, rindo baixinho, ainda enterrado nela.
De repente Felipinho olhou pra mim, depois pra Val, com aquele sorrisinho safado e ofegante, ainda com o pau bem fundo dentro de mim, pulsando:
— Porra… eu queria muito fazer aquela parada das duas me chupando. Vocês topam fazer?
