Capítulo 64

Do meu lado, Val fez o mesmo com meu irmão. Ela sentou por cima dele, um pouco insegura no começo, mas foi descendo. O gemido que ela soltou quando ele entrou foi lindo — agudo, surpreso, cheio de tesão. Os dois casais agora cavalgando lado a lado na cama de solteira, corpos quentes se roçando de vez em quando, o colchão rangendo baixinho. O cheiro de sexo ficou ainda mais forte: suor e buceta, tudo misturado no ambiente.

Eu olhava pra Val enquanto subia e descia no pau do Felipinho. Os seios dela balançavam no ritmo, os bicos rosados duros, o rosto vermelho e a boca entreaberta soltando gemidinhos roucos. Meu irmão segurava a cintura dela, ajudando no movimento, chupando os peitinho dela. Felipinho fazia o mesmo comigo, apertando minha bunda magra, me guiando pra descer mais fundo.

— Porra… olha sua irmã, como fode bem... — Felipinho gemeu, rindo, dando um tapa mais forte que fez minha pele arder.

Meu irmão riu junto, metendo pra cima na Val:

— Porra, mano! É minha irmã, não manda eu olhar que é esquisito — mentiu meu irmão, rindo nervoso, mesmo estando claramente morrendo de tesão. Os olhos dele não paravam de voltar pra mim e pra Val.

A gente continuou cavalgando. De repente Val começou a tremer mais forte. Os gemidos dela ficaram mais agudos, desesperados. Ela apertava os ombros do meu irmão, quadril mexendo rápido, quase descontrolado, descendo fundo no pau dele.

— Ahh… caralho… tô… tô gozando… — ela gemeu alto, voz quebrada.

O corpo dela travou inteiro. As coxas apertaram forte em volta dele, a buceta pulsando visivelmente enquanto ondas de prazer passavam por ela. Val jogou a cabeça pra trás, boca aberta, soltando um gemido longo e rouco que encheu o quarto. O rosto dela estava vermelho, olhos semicerrados, testa franzida de tanto prazer. Os seios balançavam com os tremores, bicos duros, pele brilhando de suor. Ela gozou forte, demorado, o corpo dando espasmos curtos e intensos, molhado escorrendo pela base do pau do meu irmão.

Quando o orgasmo finalmente passou, Val desabou pra frente, ofegante, encostando o rosto no peito dele, ainda tremendo.

— Preciso de um tempo… por favor… tá bom demais, mas eu preciso respirar um pouco — murmurou ela, com a voz fraca e rindo sem ar.

Meu irmão acariciou as costas dela, rindo baixinho, ainda enterrado nela.

De repente Felipinho olhou pra mim, depois pra Val, com aquele sorrisinho safado e ofegante, ainda com o pau bem fundo dentro de mim, pulsando quente.

— Porra… eu queria muito fazer aquela parada das duas me chupando. Vocês topam fazer?

Eu senti um frio gostoso na barriga. Mistura de prazer, vergonha e tesão puro.

— Topo… — falei bem baixo, voz rouca, me sentindo uma puta completa, mas gostando demais disso.

Virei o rosto pra Val, ainda sentada no colo do Felipinho.

— E você, Val? Topa? Tu quer chupar o Felipinho?

Ela hesitou só um segundo. Depois abriu um sorrisinho safado, daqueles que eu nunca tinha visto nela, com cara de piranha total. Até me deu um arrepio.

— Se seu irmão não se importar… eu topo.

Meu irmão, claro, não se opôs. Só deu um risinho nervoso e excitado, masturbando devagar enquanto olhava.

Felipinho subiu na cama, ficou de joelhos no meio do colchão. Eu e Val descemos da cama e nos ajoelhamos na beirada, uma de cada lado dele. Meu irmão ficou ali do lado, assistindo tudo, pau na mão.

O pau do Felipinho estava brilhando, molhado da minha buceta. O cheiro subiu forte quando cheguei perto — meu cheiro misturado com o dele. Val reparou na hora. Ela cheirou, arregalou um pouco os olhos e murmurou:

— Caralho… tá com cheiro da sua buceta, Nicole…

Isso me deixou ainda mais molhada. Começamos as duas ao mesmo tempo. Eu peguei a base com a mão, lambendo devagar de baixo pra cima, sentindo o gosto salgado misturado com meu próprio melado. Val foi do outro lado, língua rosada rodando na cabeça, chupando a pontinha com vontade.

Nossas línguas se encontravam o tempo todo, roçando uma na outra por cima do pau dele. Era quente, molhado, sujo. Em um momento nossas línguas se tocaram direto, sem o pau no meio. Eu senti um arrepio forte subir pela espinha. Val também. Nossos olhares se cruzaram por um segundo — tesão, vergonha, curiosidade. Eu me inclinei e dei um beijo nela, rápido, molhado, com gosto de pau e buceta. Ela correspondeu, língua macia contra a minha, gemendo baixinho na minha boca.

Voltamos pro pau. Chupávamos juntas, uma de cada lado, línguas se tocando, saliva escorrendo pelos cantos, fazendo barulho molhado e obsceno. Felipinho gemia alto, mão no nosso cabelo, quadril mexendo devagar.

— Porra… que delícia… duas bocas assim… — ele gemeu, voz rouca.

Val chupava a cabeça com vontade, eu lambia a base e as bolas, sentindo o cheiro forte de sexo. O quarto estava tomado por aquele aroma: suor, buceta, pau, saliva. Meu irmão assistia tudo, respirando pesado, pau duro na mão.

Felipinho gemia cada vez mais alto, quadril mexendo descontrolado. Val e eu continuávamos chupando ele juntas, línguas se tocando, saliva escorrendo pelo pau brilhante, fazendo barulho molhado e obsceno. O cheiro de sexo estava fortíssimo no quarto — suor, buceta, pau, saliva misturados.

— Porra… eu tô quase… posso gozar? Vocês querem que eu goze na boca de vocês? — ele pediu quase desesperado.

Eu tirei o pau da boca por um segundo, olhando pra Val com um sorrisinho safado e nervoso. Ela estava com os olhos brilhando, bochechas vermelhas, lábios inchados de tanto chupar.

— Pode… goza pra gente — murmurei, voz baixa e rouca.

Val riu, meio envergonhada, meio excitada, e concordou:

— Pode… goza na gente.

Isso pareceu ser o suficiente pra ele. Felipinho segurou o pau com a mão, masturbando rápido, a outra mão alternando entre nossos cabelos. Nós duas ficamos com o rosto bem perto, bochecha com bochecha, bocas abertas, línguas pra fora, olhando pra ele com cara de putinha.

— Caralho… que delícia… duas safadas assim… — ele gemeu, rindo de nervoso e tesão.

Os primeiros jatos foram fortes. O primeiro acertou direto na minha língua, grosso, quente, salgado. Eu gemi baixinho, sentindo o gosto dele enchendo a boca. O segundo jato acertou no rosto da Val, escorrendo pela bochecha dela até o canto da boca. Ela riu, surpresa, e abriu mais a boca.