Ele se masturbava com calma, quase preguiçosamente, a mão grande envolvendo o pau grosso que agora estava completamente duro. Eu ouvia os grunhidos baixos dele, quase inaudíveis, misturados aos gemidos exagerados da mulher no vídeo. Cada som rouco que escapava da garganta dele fazia minha buceta pulsar contra meus dedos.
"Meu Deus, Luana… você tá se tocando debaixo da mesa como uma cachorra no cio enquanto ele bate punheta pra outra mulher. Que vadia nojenta você se tornou", o pensamento veio afiado, cheio de nojo de mim mesma, mas não parei. Não conseguia parar.
Mordi o lábio inferior com força, quase até sangrar, pra não deixar nenhum gemido escapar. Meus dedos deslizavam devagar pela minha entrada molhada, espalhando a lubrificação, voltando para o clitóris inchado e sensível. O prazer subia em ondas quentes, mas eu me controlava. Não podia gozar. Não ousaria fazer barulho. Não ali, aos pés dele.
Ele soltou um grunhido baixo, quase um suspiro rouco, e eu senti meu ventre contrair. Meus dedos aceleraram um pouco, traidoramente, enquanto eu observava a cabeça rosada do pau dele aparecer e desaparecer na mão. O cheiro dele era forte, masculino, me deixando tonta.
Eu estava tão molhada que meus dedos faziam um somzinho úmido quase imperceptível. Mordi mais forte o lábio, os olhos semicerrados, o corpo inteiro tremendo de esforço para me conter. O tesão era insuportável, latejante, mas eu não podia gozar. Não podia.
Apenas continuei me tocando devagar, em silêncio, como a puta obediente e desesperada que ele estava me transformando. Eu movia meu rosto para frente devagar na expectativa que ele esbarrasse em mim, mendicante de prazer, por vezes eu pensei em abrir a boca e pedir, mas sabia que aquilo acabaria em punição e eu não queria uma bunda roxa novamente.
O movimento dele ficou mais forte, mais intenso. Ele se recostou ainda mais na cadeira, relaxando o corpo, as pernas abrindo um pouco mais. A punheta ganhou um ângulo novo, perigoso — a cabeça do pau grosso agora apontava direto para o meu rosto.
Se eu não me mexesse, o jato iria acertar em cheio.
Meu coração martelava. Fiquei paralisada, olhando hipnotizada enquanto a mão dele subia e descia com mais força, os músculos do ventre dele se contraindo visivelmente, o abdômen ficando tenso. Os grunhidos baixos dele ficaram mais roucos, mais graves. Ele estava perto.
De repente, ele soltou um gemido abafado, longo, e o pau pulsou forte na mão dele.
O primeiro jato quente veio com força, voando direto. Senti o esperma grosso acertar minha bochecha esquerda, quente e viscoso, e parte dele caiu nos meus cabelos. Outro jato menor atingiu logo abaixo do olho. O cheiro forte, almiscarado, invadiu minhas narinas imediatamente.
Eu não pensei. Num reflexo rápido e desesperado, passei o dedo pela bochecha, recolhendo o sêmen quente antes que escorresse demais, e levei o dedo à boca. Coloquei tudo na língua, sentindo o gosto salgado, levemente amargo, espesso. Engoli sem fazer barulho, o coração disparado de medo e excitação doentia.
"Eu acabei de comer o esperma dele… escondido… como uma vadia faminta. Meu Deus, Luana, você não tem mais limite nenhum", o pensamento veio como um soco, mas minha buceta pulsou forte em resposta.
Ele ficou em silêncio por longos minutos. Uns dez, talvez mais. A respiração dele foi voltando ao normal, o pau ainda semi-duro balançando levemente na frente do meu rosto, pingando os últimos resquícios. O cheiro dele — forte, masculino, cru — ficou impregnado na minha bochecha, no cabelo, na pele.
Até que ele se levantou de repente.
Puxou a coleira com firmeza, obrigando-me a ficar de pé. As pernas formigavam, dormentes de tanto tempo ajoelhada. Senti o esperma dele, já secando na minha bochecha e no cabelo, começar a ganhar um cheiro mais azedo, mais forte. Ele fechou a calça com calma, como se nada tivesse acontecido.
Quando eu finalmente estava de pé, trêmula, ele me olhou de cima, a voz baixa e controlada:
Capítulo 28
— Você se tocou lá embaixo da mesa?
Meu coração parou por um segundo. A mentira saiu antes que eu pudesse pensar:
— Não, meu senhor.
Ele não disse nada. Apenas me virou de frente para a mesa e me inclinou sobre ela com uma mão firme na nuca. Minha bunda ficou empinada, exposta. Senti suas mãos grandes abrirem minhas nádegas sem delicadeza, o toque bruto, possessivo. Arfei, o corpo inteiro arrepiando. "Meu Deus… ele vai me comer agora. Finalmente vai me foder", pensei, o coração disparado, a buceta latejando de expectativa e medo.
Mas ele não fez isso.
Ficou apenas verificando. Os dedos abriram minhas dobras molhadas, expondo tudo, sentindo o quanto eu estava encharcada. O toque era clínico, avaliador. Como se estivesse inspecionando uma mercadoria. A humilhação queimou meu rosto inteiro.
— Mentiu — murmurou ele, quase sem emoção.
E então veio a primeira bofetada. Forte. O som ecoou seco no escritório. A ardência explodiu na minha nádega direita, quente, latejante. Antes que eu pudesse recuperar o fôlego, veio a segunda. E a terceira. Cada tapa mais forte que o anterior, a pele queimando, o som molhado da carne ecoando.
Eu mordia o lábio com força, tentando segurar os gemidos, o corpo tremendo sobre a mesa. Cada tapa enviava uma onda de dor misturada com um prazer doentio que descia direto para o meu clitóris.
"Burra… burra… burra…", repetia na minha cabeça, enquanto ele continuava espancando minha bunda, marcando a pele, punindo a mentira e o tesão que eu não consegui esconder.