Capitulo 8

Eu voltei imediatamente para a porta e girei a chave na fechadura com um clique seco que ecoou na sala silenciosa. O anel vibrou com mais força no meu dedo, apertando como se quisesse cortar a carne, uma pulsação quente e insistente que subia pelo braço inteiro. “Eu não tô maluco… isso é real”, pensei, sentindo o coração martelar contra as costelas.

Ela estava linda ali, sentada sobre a mesa de mogno, a saia lápis levantada até a cintura, as pernas abertas de forma obediente. A calcinha minúscula de renda preta mal cobria o volume da buceta, um triângulo delicado que parecia mais enfeite do que barreira. Eu me aproximei devagar, ainda hesitante, o pau latejando dentro da calça como se tivesse vida própria. Nossos olhos se prenderam. No rosto dela havia curiosidade, um brilho estranho de confusão misturado com algo que definitivamente não era desejo. Mas meu pau não quis saber de sutilezas — ele inchou ainda mais, pressionando o tecido com urgência.

Me ajoelhei devagar entre as pernas dela, o rosto ficando na altura exata da sua intimidade. O cheiro dela chegou primeiro: um perfume suave de sabonete caro, pele limpa, quase neutro. Ela mesma, sem que eu precisasse mandar, levou a mão até a calcinha e puxou o tecido preto para o lado com dois dedos.

Caralho… era perfeita.

A buceta dela era rosada, bem cuidada, quase artística. Os grandes lábios cheios e macios, num tom de creme rosado que contrastava com a pele clara das coxas. Os pequenos lábios se estendiam naturalmente do clitóris, delicados, harmoniosos, levemente carnudos, como pétalas entreabertas. Havia uma penugem clara, fina, quase invisível — pelos loiros e curtos que pareciam ali só para enfeitar, para dar um toque de naturalidade àquela boceta impecável. Tudo tão bem cuidado que parecia ter sido moldado para ser admirado. Mas estava completamente seca. Nenhum brilho de excitação, nenhuma umidade escorrendo. Apenas uma carne quente, macia e convidativa esperando o que eu quisesse fazer com ela.

O anel pulsou mais forte no meu dedo, como se aprovasse o que via. Meu pau latejava dolorosamente agora, pressionando a calça, enquanto eu respirava fundo aquele cheiro dela, sentindo o tesão subir quente pela espinha.

Eu coloquei a boca nela e chupei com gosto.

Minha língua deslizou devagar entre aqueles lábios rosados e perfeitos, sentindo a textura macia e quente da pele. O clitóris pequeno e delicado recebeu o primeiro lambida longa, circular, enquanto eu sugava leve, tentando tirar algum sabor dela. Ela era tão bem cuidada que até o cheiro era limpo, quase doce. Mas, mesmo com toda a dedicação da minha boca, o corpo dela não respondia como eu esperava. Os quadris mal se mexiam. A respiração continuava controlada, quase fria. Aquela buceta perfeita permanecia seca, os lábios sem inchar, sem escorrer, como se ela estivesse apenas tolerando.

Tentei mudar o ritmo. Chupei mais forte, enfiando a língua mais fundo, lambendo em movimentos longos e úmidos do cuzinho até o clitóris. Nada. Ela ficou parada, as coxas tensas, o rosto virado ligeiramente para o lado com uma expressão que misturava desconforto e confusão.

Fiquei puto.

Levei a mão até a entrada e tentei enfiar um dedo. O canal estava apertado e seco, resistindo. Mal entrei a primeira falange e ela reclamou baixo, o corpo se contraindo:

— Ai… espera, tá seco demais…

Aquilo foi o estopim. O anel queimou no meu dedo como brasa, vibrando com raiva. Olhei para cima, para aquela cara de quem ainda achava que podia negociar, e o pensamento explodiu na minha cabeça com toda a força:

Caralho, sua piranha, deixa de ser chata e goza. Goza agora, porra.

O efeito foi imediato.

O corpo dela deu um solavanco violento. As coxas se apertaram em volta da minha cabeça, tremendo. Um gemido rouco escapou da garganta dela, alto, quase surpreso. De repente a buceta ficou encharcada, um calor líquido inundando minha boca enquanto os músculos internos pulsavam forte, apertando em espasmos descontrolados. Ela gozou como se tivesse levado um choque, o quadril se erguendo da mesa, as mãos agarrando a madeira com força. O clitóris inchou na minha língua, latejando, e um jorro quente e doce escorreu direto para minha boca.

Ela gozou forte. Longo. O corpo inteiro tremendo, as pernas abertas tremulando, a respiração virando um gemido abafado e desesperado. A buceta perfeita que estava seca segundos antes agora escorria, molhada, brilhando, contraindo sem parar ao redor da minha língua.

Eu continuei chupando, lambendo tudo, sentindo o gosto dela se espalhar pela minha boca enquanto o anel pulsava satisfeito no meu dedo, mas ela me interrompeu.

— Meu Deus, eu não estou entendendo nada… como chegamos a isso? — ela murmurou, a voz ainda rouca do orgasmo. Deu um sorriso fraco, passando os dedos trêmulos pelo cabelo loiro para ajeitá-lo, e fechou as pernas com firmeza, como se quisesse dar por encerrado o que tinha acabado de acontecer. — Nossa… eu tô confusa, mas eu gozei muito forte e rápido.

Eu não podia acreditar no que tinha visto. Acabara de fazer aquela mulher gozar só com o pensamento. O anel pulsava quente no meu dedo, quase rindo de mim. Se era isso o poder que eu tinha nas mãos, eu não estava nem perto de satisfeito. Eu ia foder ela até matar, até ela nunca mais esquecer o meu nome na vida.

Ajeitei o pau latejante dentro da calça, sentindo ele pulsar de raiva por ainda não ter entrado nela. Me levantei devagar e coloquei as mãos nas coxas dela, que agora estavam bem fechadas. Subi os dedos pela pele macia, forçando um pouco mais, tentando abrir caminho de novo para aquela buceta que ainda devia estar molhada do gozo.

— Não… chega, vai — ela reclamou na hora, colocando a mão no meu peito e me empurrando levemente. A voz já tinha recuperado um tom mais firme, quase profissional. — Vai trabalhar, Pedro. Eu acho que isso não deveria ter acontecido, sabe? Eu não tô muito bem.

Ela tentou descer da mesa, arrumando a saia com movimentos rápidos, mas o anel no meu dedo continuava vibrando, quente, exigente, como se me dissesse que a brincadeira estava apenas começando.

Só acaba quando eu quiser, sua vaca. Você vai gozar de novo. Um orgasmo múltiplo, longo, daqueles que a mulher até se mija. No final você não vai saber se gozou pelo cu, pela boca, pelos peitos ou pela buceta. Você vai gozar até desmaiar, vadia!

E aconteceu.