Capitulo 9
O pensamento explodiu na minha cabeça com toda a força, o anel queimando no dedo como se estivesse vivo, pulsando tão forte que parecia querer atravessar o osso. Mal terminei de pensar e ela deu um solavanco violento sobre a mesa, os olhos se arregalando em puro pânico.
— Não… o que… — a voz dela falhou, virando um gemido agudo.
Eu só encostei a palma da mão na buceta dela, os dedos abertos cobrindo aqueles lábios rosados e perfeitos que ainda estavam molhados do primeiro gozo. Não enfiei nada. Não mexi. Apenas pressionei levemente, sentindo o calor que já começava a ferver ali.
O corpo dela arqueou como se tivesse levado um choque. As coxas se abriram de novo, tremendo descontroladas, os calcanhares batendo contra a borda da mesa. Um gemido rouco, profundo, saiu da garganta dela, quase animal. A buceta pulsou forte contra minha mão, inchando na hora, e de repente um jorro quente e grosso explodiu entre os meus dedos.
— Ahhh… caralho… não… eu tô… — ela tentou falar, mas a voz se dissolveu num grito abafado.
O squirt veio forte, quente, encharcando minha palma inteira. O líquido escorreu em jatos potentes, molhando o tampo da mesa, pingando no chão com um som molhado e obsceno. Os quadris dela se debatiam, empinando sozinhos contra a minha mão, como se a buceta tivesse vida própria. Os grandes lábios inchados latejavam, os pequenos se abrindo e fechando em espasmos rápidos, expelindo mais e mais líquido quente que cheirava a mulher excitada, doce e salgado ao mesmo tempo.
Ela gozava sem parar. O orgasmo não era um pico — era uma onda atrás da outra, cada vez mais forte. O corpo inteiro tremia, os seios balançando dentro da blusa, os mamilos duros marcando o tecido. A boca dela se abriu num gemido constante, quase um soluço, a saliva escorrendo pelo canto dos lábios. Os olhos reviraram, as pupilas dilatadas, perdidas.
— Eu… eu tô gozando… de novo… não para… por favor… — ela balbuciava, sem controle, sem vergonha nenhuma.
A buceta dela apertava o ar, contraindo tão forte que eu sentia os músculos internos pulsando mesmo sem ter enfiado o dedo. Outro jato forte saiu, molhando meu pulso, escorrendo pela minha manga. O cheiro de sexo encheu a sala inteira, denso, quente, misturado com o perfume caro dela. As pernas tremiam tanto que os pés dela batiam contra a mesa, os sapatos quase caindo.
Ela gozava pelo corpo todo. Ela torcia os peitos como se quisesse arrancar fora algo que estivesse causando uma dor imensa. O cuzinho piscava visivelmente entre as nádegas, contraindo em sincronia com a buceta. A boca aberta soltava gemidos roucos, a língua aparecendo como se ela estivesse gozando também por ali. Era como se o orgasmo tivesse tomado conta de cada parte dela ao mesmo tempo.
— Eu não… consigo… parar… — ela choramingou, a voz falhando, lágrimas escorrendo dos cantos dos olhos.
Mais um squirt violento, o terceiro. Seca, o líquido apenas gotejou como um spray vaporizando no ar até minha camisa. A buceta dela estava encharcada, brilhando, os lábios vermelhos e inchados pulsando sem parar. O corpo inteiro se contorcia, arqueando, tremendo, se entregando completamente.
Até que, de repente, o orgasmo chegou ao limite.
Ela deu um último grito longo, agudo, o corpo inteiro se retesando como uma corda esticada. Os olhos reviraram completamente, as pálpebras tremendo. Um tremido fraco escapou da buceta. Então o corpo dela amoleceu de uma vez, caindo pesado sobre a mesa de mogno, os braços abertos, a cabeça pendendo para o lado, os cabelos loiros espalhados como um leque.
Ela desmaiou.
Respirava pesado, o peito subindo e descendo rápido, a buceta ainda contraindo levemente sozinha, um fio grosso e brilhante escorrendo devagar pela coxa e pingando no chão. O cheiro de gozo e mijo enchia o ar da sala, denso e vitorioso.
Eu tirei a mão devagar, os dedos ainda brilhando com o gozo e o mijo dela, e fiquei olhando para aquela mulher poderosa, fria e mandona agora reduzida a um corpo mole e encharcado sobre a própria mesa de trabalho.
— Puta que pariu, caralho… eu matei a mulher.
O terminal dela não parava de tocar em cima da mesa, apitando insistente. Me estiquei por cima do corpo dela e vi na tela que era a secretária. Atendi rápido, tentando manter a voz firme.
— Alô, chefinha? Tá tudo bem? Eu ouvi uns barulhos estranhos… — a voz da secretária estava cheia de preocupação.
Respirei fundo e improvisei.
— Oi, amor, é o Pedro. É que eu sou desastrado pra caralho e deixei uma caixa de relatórios cair aqui. — forcei uma risada baixa, tentando soar convincente. — Tá tudo certo.
— Ahn, tá… precisam de ajuda aí?
— Não, não, eu tô pegando aqui. Ela tá terminando uma ligação importante com o pessoal dela.
A secretária disse mais alguma coisa, mas eu já desliguei antes que ela pudesse insistir. O silêncio voltou à sala, pesado, interrompido apenas pela respiração lenta e profunda da minha chefe.
Ela estava toda mijada ou sei lá o quê. Uma poça quente e brilhante se espalhava pelo tampo de mogno, misturando gozo grosso, mijo e suor. A saia dela estava encharcada, colada nas coxas, e minha camisa e calça também tinham levado uma boa parte. O cheiro na sala elegante era insano: puro sexo, buceta molhada, mijo quente e perfume caro misturados. Quem entrasse ali agora juraria que tinha rolado uma suruba com cinquenta pessoas.
Eu estava nervoso pra caralho. E se ela acordasse e dissesse que eu abusei dela? Que eu forcei tudo? Ela não ia conseguir juntar as ideias direito. Ia precisar de muita terapia depois do que eu tinha acabado de fazer com o corpo dela.
Me aproximei com cuidado e ajudei ela a se sentar. O corpo dela ainda tremia, os músculos das coxas contraindo de leve como se o orgasmo não tivesse terminado de verdade. Ela piscou devagar, os olhos vidrados, tentando focar o olhar. Olhou para baixo, para o estado em que estava: a saia molhada, a calcinha rosa destruída de lado, a poça brilhando na mesa. Cheirou as próprias mãos e tentou dar um sorriso fraco, mas o corpo inteiro continuava tremendo, as pernas abertas tremulando.
— Me ajuda a sentar, por favor? — pediu ela, a voz mole, quase um sussurro rouco, como se ainda estivesse gozando baixinho.
Eu passei o braço por trás das costas dela e a segurei firme, sentindo o calor do corpo suado e o cheiro forte de sexo que ainda emanava dela. O anel pulsava devagar no meu dedo, satisfeito, quente, como se soubesse que aquela mulher agora era minha, mesmo que ela ainda não tivesse entendido isso por completo.
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