Capítulo 27
Alfredo chupou João por um tempo, a boca indo e voltando ritmada, até que pareceu se cansar um pouco. Ele levantou o rosto devagar, os lábios inchados e brilhando, respirando pesado. Meu medo era ele ir pra cima do João e tentar beijar, porque a coisa ainda era meio nebulosa pra mim também — eu não sabia exatamente até onde o João ia deixar rolar. Então avancei nua pra cima dele, abraçando forte e passando a mão no corpo liso. Meu Deus, como aquele corpo era bom de tocar. Não tinha um pelo, a pele macia e quente, escorregadia de suor leve, cintura fina, costelas marcadas de leve quando ele respirava fundo.
Olhei pro João na cama. Ele estava dando um riso safado, daqueles de canto de boca, olhos semicerrados, como se estivesse autorizando tudo. Aquilo me deixou aliviada pra caramba.
— Agora vamos ver como você esconde isso…
Todos riram.
A gente já tinha visto o pau dele em foto e vídeo, mas ao vivo era outra coisa. Eu puxei a calcinha minúscula devagar, a renda fina esticando antes de descer. A coisa veio pra frente de uma vez, murcho ainda, balançando pesado, tomando forma rapidinho no ar. Era grande mesmo, lindo e rosa, veias discretas, a cabeça polida e lisinha, o tom rosado se estendendo até as bolas perfeitas, cheias, num saquinho liso e fofo que parecia um pompom rosa-claro, sem uma ruga, sem pelo nenhum. A cor era tão bonita que eu nem sabia mais por onde começar.
Me sentei na beira da cama, puxei ele pra perto e comecei pelo saco. Primeiro só beijei de leve, sentindo a pele macia e quente nos lábios. Depois passei a língua devagar, lambendo devagar o contorno, sentindo as bolas pesadas dentro, quentes e cheias. Alfredo gemeu baixo, as coxas tremendo de leve nas meias arrastão. Eu abocanhei um lado inteiro, chupando suave, a boca quente envolvendo tudo, língua rodando em volta, sentindo a textura molenga e macia se mexer dentro. Depois o outro lado, alternando, deixando tudo bem molhado, saliva escorrendo pela pele lisa.
Ele se abriu inteiro pra mim, como uma mulher, pernas afastadas, o pau agora duro apontando pra cima, latejando no ar, mas nem tinha tocado no pau dele ainda. Queria aproveitar aquele saquinho rosa perfeito antes.
O quarto estava quieto, só o som molhado da minha boca e os gemidos baixos dele misturados com a respiração pesada do João assistindo tudo. Eu lambia devagar o saquinho rosa perfeito, sentindo a pele lisa esticar na minha língua, as bolas quentes e cheias se mexendo devagar dentro da boca. Alfredo gemia suave, as coxas tremendo nas meias arrastão, o pau duro apontando pro teto, latejando sozinho.
Não sei o que me deu. Olhei pro João que assistia da cama, olhos vidrados, pau ainda duro na mão, e ofereci, como quem oferece comida que está prestes a comer. Só um olhar, um aceno sutil com a cabeça, e ele entendeu na hora.
João se levantou sem falar nada. Veio devagar, parou do meu lado, o corpo quente roçando no meu. Ele se abaixou junto comigo, sem pressa, e me beijou primeiro. Um beijo lento, quente, a língua dele entrando na minha boca ainda com o gosto do Alfredo, salgado e doce ao mesmo tempo. Eu gemi no beijo dele, sentindo o tesão subir mais forte, e quando ele afastou a boca, os dois viramos pro Alfredo ao mesmo tempo.
Alfredo estava deitado de costas na cama agora, pernas abertas, o corpo inteiro exposto, respirando rápido. Começamos pelo saco. Eu fui de um lado, João do outro. Nossas bocas se encontraram ali, lambendo o mesmo lugar, línguas se tocando enquanto chupávamos as bolas dele. Alfredo gemeu alto, o corpo arqueando, as mãos apertando o lençol. O saquinho rosa ficava molhado, brilhando de saliva nossa, quente e macio na boca.
João apertou de leve com os dedos, massageando as bolas enquanto lambia, sentindo o peso, a textura lisa. Ele chupava uma de cada vez, puxando devagar pra dentro da boca, soltando com um estalo molhado. Eu via o rosto dele, perdido, se deliciando, os olhos fechados de prazer, a boca aberta, gemendo baixo contra a pele do Alfredo. Era lindo ver meu namorado assim, tão entregue, lambendo o saco do amigo como se fosse a coisa mais gostosa do mundo.
Depois subimos pro pau. Eu peguei a base, segurei firme, e João foi primeiro na cabeça. Ele abriu a boca devagar, envolveu a glande rosa e polida, chupando suave no começo, depois mais fundo. Alfredo gemeu rouco, quadril subindo de leve. João desceu devagar, deixando o pau entrar na boca quente, subindo e descendo ritmado, a língua rodando na parte de baixo. Ele apertava o saco com a mão livre, massageando, fazendo carinho devagar, sentindo tudo pulsar.
Então João fez algo que me deixou doida. Ele levantou as pernas do Alfredo um pouco mais, expondo o cu rosa e liso. Sem hesitar, passou a língua ali, lambendo devagar em volta, circulando o anel apertado, entrando de leve com a ponta da língua. Alfredo tremeu inteiro, soltou um gemido alto, quase um grito abafado. João lambia gostoso, pressionando a língua plana, depois pontuda, entrando e saindo devagar, enquanto a mão continuava apertando e acariciando o saco.
Eu assistia tudo de perto, ajoelhada ao lado, a mão na minha buceta sem nem perceber, os dedos escorregando na umidade que escorria. Ver o João assim, perdido no corpo do Alfredo, lambendo o cu dele com vontade, chupando o pau depois, apertando as bolas como se quisesse sentir cada detalhe... era demais. Meu coração batia forte, o corpo inteiro formigando. Eu nunca tinha visto ele tão entregue, tão safado, tão gostoso. Alfredo gemia sem parar, as coxas tremendo, o pau pulsando na boca do João.
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