Capítulo 12

Fiquei meio chateada comigo mesma por ser tão apressada, lembrando de toda reclamação que a gente fazia dos caras que só queriam meter sem pensar. Me ajoelhei rápido, joelhos no azulejo frio, rosto na altura da buceta dela que ainda brilhava de molhada.

Ela empinou a bunda como puta, se arreganhando toda, coxas tremendo de leve, lábios inchados e rosados se abrindo sozinhos. O cheiro subiu quente, doce e salgado, invadindo meu nariz e me deixando zonza. Eu enfiei a língua devagar, lambendo da entrada até o clitóris, achatando a língua inteira pra sentir cada textura: a pele macia, o grelo duro pulsando na ponta da língua, o gosto dela explodindo na boca.

— Caralho Jana sua puta, eu gosto disso demais!!!!

Ela só gemeu, voz baixa e rouca, quadril mexendo sozinho pra frente, pedindo mais. Eu rodeei o clitóris com a língua, chupando de leve primeiro, depois sugando forte, sentindo ele inchar na minha boca. Enfiei um dedo devagar na buceta apertada, sentindo ela se contrair em volta, quente e molhada, enquanto lambia em círculos rápidos. O gosto dela escorria pelo meu queixo, doce, salgado, vivo, e cada gemido dela mandava um choque direto pro meu pau que latejava sozinho no ar.

— Nossa eu podia ficar só nisso que eu tava satisfeita. — ela falou quase cantando sentindo minha boca esfregando em seu rego.

— Só nisso é o caralho, eu vou meter em você, se prepara!

Eu continuei lambendo, agora descendo mais, com a língua roçando o cuzinho dela em círculos lentos enquanto o dedo entrava e saía devagar na buceta. Ela empinou ainda mais a bunda, gemendo rouco, corpo inteiro tremendo como se a eletricidade corresse pela espinha. Chupei o cu dela de leve, língua pressionando a entrada apertada, sentindo ela se abrir um pouquinho pra mim, quente e macia, pulsando contra a ponta da minha língua. O dedo curvou dentro da buceta, roçando aquele ponto inchado que fazia ela se contorcer, e eu acelerei só um pouquinho, língua e dedo no mesmo ritmo, sentindo o calor dela subir na minha cara.

Ela gozou de repente, forte pra caralho. Corpo convulsionando inteiro, buceta apertando meu dedo como um torno vivo, molhada jorrando quente na minha mão, escorrendo pelo pulso, pingando no chão. O gemido dela saiu alto, quebrado, virando um grito abafado que ecoou nas paredes do banheiro. As coxas dela tremeram violentamente, bunda apertando contra meu rosto, clitóris latejando na minha língua cada vez que eu lambia. O prazer dela era tão intenso que ela se contorceu toda, unhas arranhando a pia, pernas quase cedendo, corpo arqueando pra trás como se quisesse fugir e ao mesmo tempo se entregar mais.

O molhado dela escorreu quente pelo meu queixo, pelo pescoço com um cheiro forte de tesão enchendo o ar quente e úmido do banheiro. Ela ficou tremendo em espasmos longos, gemendo rouco meu nome entre suspiros, olhos revirando um pouco, boca aberta babando no canto. O orgasmo rolou devagar nela, as ondas quentes que faziam a buceta pulsar em contrações lentas e profundas, como se o corpo inteiro tivesse se dissolvido no prazer.

Eu tirei o dedo devagar, lambi ele todo, tinha o gosto dela ainda forte, doce e salgado. Levantei olhando seu rosto contra o espelho embaçado: ela estava com o rosto vermelho, olhos vidrados de prazer, boca inchada e seu corpo mole encostado na pia com as pernas abertas, buceta brilhando de molhada e saliva, coxas tremendo de leve. Ela me olhou de volta, ofegante, surpresa nos olhos, sem forças para falar e como se não acreditasse no que o próprio corpo tinha acabado de fazer.

— Jana... você gozou tão forte...

Ela riu fraco, voz rouca, ainda tremendo inteira.

— Eu... eu nunca gozei assim... sozinha... caralho Rebeca...

O pau latejava entre minhas pernas, babando de um jeito que pingava no chão frio do banheiro, gotas quentes caindo uma atrás da outra. Eu sentia o fogo subindo de novo, mais forte, mais urgente, mas agora com um orgulho safado no peito. Ver ela gozar daquele jeito, só com minha boca e meu dedo, me deixou louca de tesão.

Peguei ela pela cintura mais uma vez, dei um tapa forte na bunda fazendo ela soltar um gritinho feliz e surpreso. Comecei a pincelar na buceta que ainda sofria dos espasmos do orgasmo, a cabeça roçando os lábios inchados, molhados, sensíveis demais. Ela gemeu algo, quase gritando, corpo se contorcendo. Dizia meu nome misturado com palavras desconexas, suspiros quebrados, quando eu apontei novamente, ela soltou um som contínuo com a boca aberta que foi ficando mais grave conforme ele entrava.

A dor tomou o rosto dela estranhamente acompanhada por um sorriso louco, olhos semicerrados brilhando. Quando ele se enterrou inteiro eu senti algo que jamais senti: era confortável dentro dela, quente, molhado, apertado de um jeito que envolvia cada centímetro como se o corpo dela tivesse sido feito pra mim. Precisei de um tempo pra curtir o que sentia, respiração pesada, pau pulsando lá dentro sem eu mexer. Puxei ela pra mim segurando pelos seios, apertando os mamilos duros entre os dedos, e a beijei torto, língua bagunçada, saliva escorrendo no canto da boca.

No espelho do banheiro o nosso reflexo mostrava aquela forma estranha de amar: eu atrás dela, pau sumido dentro, corpos colados, suor brilhando na pele, olhos grudados um no outro pelo vidro embaçado.

Ela rebolava lenta contra meu pau numa dança sem música, num ritmo todo lento de prazer, quadril girando devagar, apertando e soltando em ondas suaves. O pau deslizava dentro dela com facilidade agora, molhado demais, quente demais.

— Nossa Rebeca, eu tô me sentindo... ai... toda cheia... é muito bom. Arde um pouco dentro, queima mas é bom demais caralho...

O tesão me deu ímpeto e eu comecei um vai e vem lento, mas pontuado, cada estocada funda o suficiente pra fazer ela gemer alto a cada vez que eu batia no fundo. Ela se inclinou sobre a pia apoiando os cotovelos, movendo os pés pra arrebitar a bunda mais pra mim. Agarrei as nádegas dela com força, abrindo, vendo o cuzinho apertado piscando ali, rosado, convidativo.

E comecei a ter ideias.