Capítulo 13
Quando eu vi Jana derretida debruçada em cima da pia, eu não sei o que me deu. Esqueci completamente quem eu era. Uma coisa forte, um tesão animal, uma magia escura foi crescendo dentro de mim, me transformando em algo que eu nem reconhecia. O Cláudio pulsava forte demais dentro dela, eu sentia as paredes da buceta dela apertando ele de volta, quentes, molhadas, famintas. A vontade que eu tinha era de socar ele inteiro com força, sem dó, sem pensar.
Esse era o poder que Lunna falou?
Eu comecei agora a meter com mais força, reto, duro e sem pena. Cada estocada batia fundo, o som molhado da carne contra carne ecoando alto no banheiro. Os gemidos dela viraram gritos e pedidos desesperados.
— Devagar Rebeca, seu pau é grande demais, vai me machucar assim, eu sou muito apertada ainda!
— Aguenta firme.
Eu esfreguei a mão por baixo da buceta pegando o molhado que escorria de nós duas, dedos encharcados de gozo dela e do meu pré-gozo misturado. Comecei a esfregar o cuzinho dela. Jana tinha um cuzinho bonito, muito pequeno, como se o couro quase não existisse, um botãozinho rosado e apertado. Algo muito maligno estava vindo na minha cabeça, uma vontade suja, possessiva.
Eu esfreguei ali um dedo enquanto metia incansavelmente com força nela. O pau entrava até o talo, fazendo ela ficar na ponta dos pés, corpo inteiro se erguendo a cada estocada, gritando como se quisesse fugir de mim e ao mesmo tempo implorasse por mais.
— Aiiii... você vai me matar caralho...
Os olhos dela reviraram pra trás, boca aberta num delírio puro, língua escapando um pouco pra fora, baba escorrendo no canto da boca, rosto vermelho, contorcido de prazer e dor misturados. As pálpebras tremiam, pupilas dilatadas, expressão completamente perdida, como se o cérebro dela tivesse desligado e só restasse o corpo entregue ao tesão bruto. Ela babava, gemia sem controle, corpo se sacudindo a cada socada, bunda tremendo contra meu quadril.
Eu rodeei o cu dela com o dedo, sentindo ele piscar, quente, convidativo, e apertei devagar, pressionando a entrada apertada. Ela urrou e virou o rosto pra trás de repente, olhos arregalados, corpo todo travado por um segundo. Quando ela fez isso eu vi a careta de dor misturada com tesão louco nos olhos dela, e isso só fez meu pau pulsar mais forte dentro da buceta, minhas bolas subindo apertadas, o cu se fechando inteiro pra eu não gozar ali na hora.
Meu dedo já tava dentro dela pela metade, sentindo aquela textura diferente, macia por dentro mas apertando como se quisesse me expulsar e ao mesmo tempo me puxar mais fundo. Comecei a empurrar ele devagar enquanto metia nela com violência, socando o pau até bater no fundo toda vez, o corpo dela quicando contra a pia.
Jana gritou rouca, voz tremendo de prazer puro.
— Ai caralho Rebeca… isso… enfia mais… tá me abrindo toda… dói gostoso pra porra… não para… tá doendo demais sua safada…
Ela empinou a bunda mais ainda, forçando o dedo a entrar até o fundo, o cuzinho apertando e soltando em espasmos rápidos em volta dele. O pau entrava e saía violento, molhado demais, escorregadio de gozo dela, batendo fundo e fazendo ela se contorcer inteira. Os gemidos viraram uivos, corpo sacudindo, pernas tremendo tanto que quase cedeu.
De repente ela gozou forte demais, como se o corpo inteiro tivesse explodido. A buceta apertou meu pau num aperto ritmado e violento, jorrando quente, molhada escorrendo pelas coxas, pingando no chão em golfadas. O cuzinho piscou loucamente em volta do meu dedo, sugando ele pra dentro, e ela gritou com a boca escancarada, língua pra fora, olhos revirando pra trás numa loucura completa, baba escorrendo no queixo, rosto vermelho e contorcido.
— Caralho… eu… eu quase morri agora… gozei tão forte que achei que ia desmaiar… isso foi bom demais… bom demais… me fode mais… me arromba inteira… eu quero morrer gozando assim de novo…
O tesão me comeu viva. Meu pau inchou mais ainda dentro dela, ficando maior, mais grosso, a pele esticada brilhando de saliva, gozo e suor, veias saltadas pulsando visíveis, a glande inchada e vermelha batendo no fundo dela como se quisesse furar.
Senti o jorro subindo forte, incontrolável, e gozei explodindo.
Jatos grossos e quentes saíram sem parar, enchendo ela inteira, tanto que transbordou na primeira onda, escorrendo branco e viscoso pelas coxas dela, pingando no chão em poças grossas. Cada contração do pau mandava mais, jorro atrás de jorro, o volume absurdo, como se eu tivesse guardado tudo isso por anos. O pau latejava forte, pulsando dentro dela, enchendo até transbordar de novo, o sêmen escorrendo quente, grosso, grudando na pele dela, escorrendo devagar pelas pernas trêmulas. Eu gemia rouca, corpo tremendo inteiro, visão embaçada, pernas moles, ainda socando devagar pra espremer cada gota pra dentro enquanto ela apertava em volta de mim, ordenhando tudo.
— Rebeca, tu gozou ou mijou em mim — falou ela por cima do ombro olhando pra trás, voz rouca e ainda tremendo de tanto gozar.
— Não sei amiga, acho que os dois...
Minha respiração tava pesada pra caralho, eu mal conseguia falar direito, ofegante de tanto que meti nela sem parar. Tirei o dedo devagar de dentro da bunda dela, sentindo o cuzinho apertar uma última vez antes de soltar, e fiquei ali parada respirando fundo, olhando ele escorrer pra fora como um macarrão molhado e brilhante de saliva e gozo misturado. Ainda segurava as nádegas dela abertas com as duas mãos, olhos grudados naquele buraco rosado que piscava devagar, quase como se respirasse junto comigo. O dedo não tinha dilatado nem um pouquinho, tava tudo apertadinho ainda, mas eu só pensava numa coisa: queria meter meu pau ali, enfiar tudo até o talo e sentir ela se abrir pra mim de verdade.
— Rebeca, quer tentar no cu?
Ela se virou rápido, fazendo meu pau sair de dentro da buceta com um estalo molhado, escorregando pra fora num jorro grosso de porra branca que desceu pelas coxas dela como cachoeira. O som de puns de buceta veio junto, daqueles barulhentos e sem vergonha, gozo pingando no chão do banheiro em poças quentes. O desespero dela foi maior que qualquer constrangimento, e ela gritou olhando pra mim com os olhos arregalados.
— Nem fudendo que você vai por essa coisa imensa no meu rabo, tá maluca?
— Mas poxa Jana, você não quer nem tentar? Vai que cabe — falei maliciosamente, tentando passar uma confiança que eu nem tinha certeza se era real. Eu sabia que não ia caber fácil, mas o tesão de imaginar aquilo me deixava louca, o pau ainda duro pulsando no ar, babando o resto da porra que sobrou.
— Ahn tá, deixa eu enfiar uma coisa no seu então? — ela rebateu na hora, virando o jogo com um sorriso safado que não combinava com o rosto vermelho e suado dela.
Eu ri nervosa, mas o pau deu uma pulsadinha forte só de ouvir aquilo. Me encostei na parede fria do banheiro, pernas ainda moles, e abri um pouco mais as coxas, deixando ele balançar na frente dela.
Enfiar algo no meu cu foi algo que eu sempre tive curiosidade, afinal nem eu sabia do que eu gostava.
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