Capítulo 18

Antes que ele viesse sobre mim eu olhei o corpo dele. Ombros largos que pareciam ocupar o quarto inteiro, peitoral duro e definido como placa de aço, veias grossas correndo pelos braços que pareciam troncos, abdômen marcado em oito gomos que desciam até a linha V que sumia na bermuda, coxas grossas esticando o tecido, pele bronzeada brilhando de suor leve, músculos tremendo de leve toda vez que ele respirava. Era um tanque de guerra humano, forte pra caralho, daqueles que te fazem imaginar sendo prensada contra a parede sem esforço.

— Espera um pouco, deixa eu te ver mais, tira o resto da roupa. — ordenei safada.

Ele tirou a roupa inteira e ficou parado ali com o pau na mão, meio que tocando uma punheta devagar, olhos grudados em mim. Eu medi o pau dele com os olhos, era bonitinho, não era imenso como o corpo dele mas tinha um bom tamanho, grosso na base, cabeça rosada inchada, veias saltadas subindo pela extensão, bolas pesadas penduradas. Graças a Deus a coisa dele era natural e não proporcional ao resto do corpo, senão eu ia sair dali rasgada. Eu fiquei olhando com cara de safada, mordendo o lábio inferior, e o meu pau agora já durinho de dentro do short, volume marcando forte, latejando visível contra o tecido fino. Parece que ele ou não se importou ou ainda não tinha reparado.

E eu tomei a atitude sem me reconhecer.

Eu puxei ele pelo pau, mão firme na base grossa, sentindo as veias pulsarem quentes contra minha palma, e cravei as duas mãos na bundinha durinha dele, dedos apertando a carne firme, puxando ele mais perto da minha boca. Eu nunca tinha chupado um pau na vida, mas eu tinha um e sabia exatamente como era bom quando aquilo era feito direito, então deixei o prazer me guiar.

Abri a boca devagar, língua achatada lambendo da base até a glande inchada, provando o gosto salgado do pré-gozo que já pingava. Envolvi a cabeça inteira, lábios esticando em volta da grossura, e suguei forte, bochechas afundando, língua rodando na coroa sensível como se quisesse sugar a alma dele. Ele gemeu rouco, voz grave tremendo, mãos grandes indo pro meu cabelo, mas sem forçar, só segurando como se precisasse de apoio.

Eu chupei mais fundo, engolindo devagar, sentindo a glande bater no fundo da garganta, saliva escorrendo pelos cantos da boca, babando grosso no queixo e pingando no chão. Subia e descia ritmada, boca molhada fazendo barulho obsceno, um som de chupadas alto misturado com os gemidos dele cada vez mais altos e femininos, quase miados. Apertei a bunda dele com mais força, dedos cravando, abrindo as nádegas, dedos roçando o cuzinho apertado, pressionando de leve sem entrar, só circulando, fazendo ele tremer inteiro.

Ele era machão, todo definido e forte, mas tava cedendo, corpo mole, pernas tremendo, voz saindo fina e quebrada.

— Deixa eu deitar se não eu vou cair aqui, você tá me deixando sem forças nas pernas.

Eu soltei o pau com um estalo molhado, saliva esticando em fio grosso da minha boca até a glande brilhante, e empurrei ele pra cama com as duas mãos no peito duro. Ele caiu de costas, pau apontando reto pro teto, latejando, veias saltadas, cabeça vermelha inchada babando mais. Eu subi em cima dele devagar, joelhos dos lados das coxas grossas, e voltei a chupar, agora com mais fome, sugando forte, língua pressionando por baixo, mão apertando as bolas pesadas, rolando devagar enquanto a outra mão voltava pra bunda dele, dedo médio pressionando o cuzinho, entrando só a pontinha, fazendo ele arquear as costas e soltar um gemido alto, quase grito, olhos revirando, boca aberta babando no canto.

Eu chupei mais rápido, cabeça subindo e descendo, garganta relaxando pra engolir tudo, saliva escorrendo pelo pau inteiro, molhando as bolas, pingando nas coxas dele. Ele gemia sem controle, mãos agarrando o lençol, quadril subindo sozinho pra foder minha boca, voz saindo rouca e feminina.

— Caralho... assim... não para... tá me matando...

Agora era o momento, eu vi quando ele deitado dobrou os joelhos e abriu as pernas pra mim deixando o cu a mostra, todo rosado e apertadinho piscando como se tivesse medo e vontade ao mesmo tempo. Eu continuei no pau batendo uma punheta devagar, mão subindo e descendo na grossura molhada de saliva, enquanto descia a boca pelo saco lambendo as bolas pesadas dele, uma de cada vez, chupando devagar, língua rodando na pele fina e quente, sentindo elas se contraírem na minha boca. Ele gemeu rouco, voz grave tremendo, quadril subindo sozinho pra me dar mais.

Desci mais, língua achatada traçando a linha do períneo até chegar no cu. Lambi em círculos lentos primeiro, sentindo o anel apertado piscar contra a ponta da minha língua, quente, macio por fora mas resistindo. Ele soltou um gemidinho alto, quase feminino, pernas tremendo mais forte.

— Isso, sua putinha... abre esse cuzinho pra mim — falei rouca, voz baixa e mandona, língua pressionando mais forte, forçando a entrada devagar, lambendo por dentro enquanto ele se contorcia.

Ele gemeu mais alto, mãos agarrando o lençol, corpo inteiro se rendendo.

— Ai caralho... Rebeca... isso... lambe aí...

Eu enfiei a língua mais fundo, chupando o cu dele com força, sugando como se quisesse puxar ele pra dentro da minha boca, saliva escorrendo pelo rego, molhando tudo. Ele virou menininha de vez, gemidos saindo finos e quebrados, quadril rebolando devagar contra minha cara, pedindo mais sem falar.

— Olha só você, grandalhão... todo fortão por fora e aqui dentro é uma menininha safada querendo rola no cu — falei rindo contra a pele dele, língua circulando o anel antes de enfiar dois dedos de uma vez sem pena, lubrificados de saliva e pré-gozo.

Ele gritou rouco, corpo arqueando, cu apertando meus dedos como um torno quente, mas empinando mais pra trás, aceitando tudo.

— Isso, abre esse rabinho virgem pra sua dona, sua vadia... olha como tá piscando gostoso, querendo mais dedo né? Aposto que você goza assim, todo arrombado e gemendo como menina.

continua...