Capitulo 22
Três jovens cheios de tesão no quarto, as cervejas logo vieram e a gente esqueceu da vida rapidinho. Ele não encostava em mim sem maldade, me sarrava na cara dura, apertava meus peitos de propósito nos beijos longos, como se estivesse esperando que eu desse o próximo passo, e eu ficava cada vez mais permissiva, deixando ele fazer, abrindo mais a boca, rebolando de leve no colo dele. A Jana olhava pra gente doida, eu sabia que ela devia estar pingando ali, as coxas apertadas uma na outra, e eu sabia que o assunto ia virar sexo, claro que ia.
E foi quando a Jana, toda indiscreta, soltou a bomba sabendo muito bem a resposta.
— Me conta uma intimidade? Se não quiserem responder tudo bem... Mas como foi? Vocês... “se encaixaram bem?” — ela perguntou de um jeito malicioso, fazendo gestos com as mãos tipo medindo comprimento e grossura, meio sem graça mas com um toque de safadeza pura nos olhos.
Nossa, a pergunta foi um soco que deixou o menino sem graça demais. Um homem daquele tamanho todo ficou encolhidinho embaixo de mim, o rosto vermelho, o pau que tava duro pra caralho agora pulsando mais devagar, como se tivesse envergonhado junto. Eu que também não valia nada fiquei quieta, mordendo o lábio, esperando ele responder, o coração batendo forte no peito.
— A gente não fez muita coisa... se é que me entende...
A gente fez um monte de coisas, ele que não quis dar detalhes, só não teve penetração mesmo, mas chupou, lambeu, meteu dedo, gozou na minha boca, abriu o cu pra mim lamber tudo, gemeu como menininha. Só que ele falou assim, curto e grosso, desviando o olhar.
— Nossa, eu daria tudo pra ver isso, meu Deus, chego até ficar com calor — a Jana soltou, voz assanhada, passando a mão no pescoço como se estivesse sufocando de tesão.
— Jana!!! — gritei com ela, meio pra lembrar de manter a compostura, pegando uma blusa dobrada na cama e jogando em cima dela pra cobrir as coxas que já tavam abertas demais.
— Você quer ver? Eu topo, tem que ver se a Rebeca quer — disse ele se oferecendo, todo vermelho, mas com um sorriso torto safado escapando no canto da boca.
Ele jogou a responsabilidade toda pra mim, e claro que eu toparia, o Cláudio já tava inchando de novo na calcinha só de imaginar a cena, mas eu fiquei vermelha demais na hora, o rosto queimando.
— Para com isso vocês dois, seus tarados...
E um silêncio caiu no quarto, as três pessoas dando um risinho idiota, nervoso, daqueles que saem baixinho e fazem o ar ficar mais pesado ainda de tesão. e começou.
Do nada ele me segurou forte pelo pescoço com os dedos grandes, guiando meu queixo direto pra boca dele, sem pedir licença. A mão dele era quente, firme, apertando só o suficiente pra me deixar sem ar por um segundo, e aí veio o beijo. Boca aberta invadindo tudo, língua grossa entrando fundo na minha, chupando minha língua como se quisesse engolir, dentes mordendo meu lábio inferior de leve, puxando, depois soltando pra voltar a sugar mais forte. Saliva escorrendo no canto da minha boca, respiração pesada misturando com a dele, o gosto de cerveja e tesão puro enchendo minha garganta. Eu gemia baixinho na boca dele, corpo mole no colo, quadril rebolando devagar sem querer, sentindo o pau dele pulsar duro contra minha bunda por cima do shortinho.
Sem ser convidada, a Jana que tava só de blusa larga veio chegando mais perto de nós, devagar, como se o ar tivesse ficado mais grosso. Ela se ajoelhou na cama do nosso lado, mão pequena subindo pela minha coxa esquerda, dedos quentes roçando a pele arrepiada, subindo devagar até a borda do short, apertando de leve a carne macia da parte interna. A outra mão dela foi pro meu joelho, abrindo mais minhas pernas no colo dele, me expondo sem falar nada. Eu sentia o calor dela perto, o cheiro doce do perfume misturado com o tesão que subia dela também.
O Cláudio cresceu impossível de ficar dentro da calcinha nessa hora. Pulsou forte, inchou todo, esticando o tecido fino até quase rasgar, a cabeça rosada babando pré-gozo que molhava tudo, latejando contra a bunda dele e contra o short que já marcava grosso e reto. Cada respiração dele fazia o pau dele roçar mais em mim, e cada carícia da Jana nas minhas coxas mandava faísca direto pro meu ventre, fazendo ele pulsar mais alto, mais duro, pedindo pra sair, pra ser tocado, pra foder alguém ali mesmo. Eu mordi o lábio do grandão, gemendo rouco na boca dele, pernas tremendo de leve, corpo inteiro quente e entregue.
Acontece que naquilo, nenhum dos três tinha muita experiência para começar a loucura de fato, e ficamos nisso durante um bom tempo, Jana com a mão na minha coxa quase chegando na virilha, ele me beijando comigo rebolando no seu colo, no máximo ele apertava meus seios por cima da blusa marcando os mamilos. Eu estava com vergonha, meu cérebro dizia que ia ficar tudo bem, que eu estava a vontade, mas eu precisava de alguém que tomasse as rédeas da situação, e esse alguém pelo visto não era nenhum dos dois.
As palavras da Lunna vieram de novo na minha cabeça e eu sorri um sorriso sacana, daqueles que saem sem eu controlar. Corri a mão por debaixo da blusa dele, soltei a calcinha de lado deixando o Cláudio sair pra fora, livre, duro pra caralho, balançando pesado entre as minhas coxas. Me soltei do beijo forte, respiração ofegante, e olhei lenta pra Jana, olhos nos olhos dela.
— Vai, mostra teu talento pra ele, sua piranha exibida.
Ela riu, safada e se aproximou agora mais perto de mim, corpo colando no meu lado, joelhos na cama, blusa larga subindo um pouco nas coxas. O rapaz me ergueu fácil com as mãos grandes na cintura, tirou sua bermuda num movimento rápido, jogou pro chão. Senti o calor da pele dele contra a minha, o pau dele encostado na minha bunda pequena e redonda, se acomodando bem no meio das nádegas, eu sentia ele quente pulsando ali no meio roçando devagar enquanto eu me mexia.
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