Capitulo 23
Caralho que loucura era aquilo. Eu rebolava de leve, sentindo ele gemer forte na minha boca, o som rouco vibrando no meu peito. A confusão de sentidos quando a Jana pegou o Cláudio lentamente com os dedos macios, acariciando todo ele, da base até a glande inchada. Era uma mão doce no meu pintão, dedos quentes envolvendo a grossura, subindo e descendo devagar, pele escorregadia de pré-gozo que já pingava sem parar.
Ele me beijava agora com mais fome, língua invadindo fundo, enquanto a mão dele entrava por baixo da minha blusa, apertando meu peito inteiro. Os dedos grandes rodeavam o mamilo devagar primeiro, circulando a auréola rosada, arrepiando tudo, depois apertavam de leve, pinçando o bico duro entre polegar e indicador, puxando devagar, soltando, apertando de novo, mandando faíscas direto pro meu ventre. Cada beliscadinha fazia o Cláudio pulsar mais forte na mão da Jana.
Ela brincava com ele sem pressa, puxando a pele pra baixo devagar, expondo a glande toda rosada e brilhante, depois subia de novo cobrindo, apertando na base, rolando o saco na palma quente, dedos massageando as bolas pesadas, apertando de leve, sentindo elas se contraírem. O pau latejava na mão dela, veias saltadas pulsando, babando uma aguinha que escorria pelos dedos dela.
A Jana se inclinou devagar, cabelo caindo no meu colo, rosto perto demais. Beijou o saco devagar primeiro, lábios macios encostando na pele fina e quente, um beijo leve, depois outro mais aberto, língua achatada lambendo devagar uma das bolas, chupando de leve, sugando pra dentro da boca quente, depois a outra, rolando na língua como se provasse algo doce. O saco inteiro molhado de saliva dela, brilhando, contraindo com cada lambida lenta. Eu gemia doida na boca do garoto, quadril tremendo, corpo inteiro entregue àquela bagunça gostosa de mãos, bocas e paus latejando juntos.
Eu não me aguentei. Entrei num estado insano quando me olhei naquela situação: meu corpo inteiro sendo tocado ao mesmo tempo, peitos apertados, mamilos latejando, coxas abertas, Cláudio latejando pesado na mão da Jana enquanto o pau do grandão pulsava quente entre as minhas nádegas. Uma doce agonia insuportável subiu pela barriga, apertou o peito, deixou minhas pernas moles. Eu precisava de algum controle, qualquer coisa.
Sem cuidado nenhum eu peguei a Jana pela cabeça, dedos enroscando no cabelo dela com força, e levei sua boca direto pro Cláudio. Pressionei pra baixo, sem dó, forçando ela abocanhar tudo. Não foi tarefa fácil. A cabeça grossa bateu nos lábios dela, esticou a boca, e eu empurrei mais, sentindo a garganta apertada resistir no começo, depois ceder devagar com um som molhado e engasgado.
Eu via tudo de cima: o rosto dela avermelhando, olhos lacrimejando, bochechas afundando enquanto a boca se abria ao máximo pra caber meu pintão. Os lábios esticados brilhando de saliva, o pau sumindo centímetro por centímetro entre eles, a garganta dela se contraindo em volta da glande. Eu sentia cada detalhe: o calor úmido da boca dela envolvendo tudo, a língua pressionada contra a parte de baixo, o vai e vem forçado fazendo baba escorrer pelos cantos da boca dela e pingar no meu saco. O Cláudio latejava forte lá dentro, pulsando contra a garganta apertada, babando pré-gozo direto no fundo dela.
— Chupa, piranha exibida... engole tudo, vai... mama esse pau gostoso — as palavras saíram roucas da minha boca, com uma voz grossa e mandona que eu quase não reconheci como minha. Parecia outra pessoa falando, mas era eu, e o tesão tornava tudo mais forte.
A Jana pareceu ficar ainda mais excitada com aquilo. Em vez de recuar, ela gemeu alto abafado em volta do meu pau, vibração subindo pela extensão inteira, olhos semicerrados brilhando de tesão puro. O corpo dela tremeu, coxas apertando uma na outra, e ela começou a chupar com mais fome, cabeça subindo e descendo mesmo com minha mão segurando, garganta relaxando pra tentar engolir mais fundo, baba escorrendo pelo queixo dela toda vez que eu empurrava.
O rapaz ficou mais intenso na hora. A mão dele apertou meu peito com mais força, dedos beliscando o mamilo quase com raiva gostosa, puxando ele pra cima enquanto a outra mão descia pra minha cintura, me segurando firme contra o colo dele. O pau dele latejou mais forte entre as minhas nádegas, roçando quente e duro no meu cuzinho por cima da calcinha fina, quadril dele subindo devagar pra me foder no seco, gemendo rouco no meu pescoço, respiração quente e pesada. Ele me beijava o ombro, mordia de leve, apertava tudo como se quisesse me marcar enquanto via a Jana engolindo meu pau até quase engasgar. O quarto inteiro parecia girar só com o som molhado da boca dela, meus gemidos roucos e o barulho baixo da respiração pesada dele atrás de mim.
Dei a ordem e tirei toda a minha roupa ficando completamente nua, o short, blusa e a calcinha indo pro chão num monte. Ele se levantou também, se desfazendo das cuecas enquanto ria baixo, o corpo enorme ocupando quase todo o espaço do quarto. A cama rangeu quando ele se posicionou em cima da Jana, que ainda me chupava com fome, joelhos dela afundados no colchão. Ele tentou se equilibrar com uma mão apoiada no teto baixo do quarto, rindo da própria dificuldade, o pau grosso balançando pesado bem na frente do meu rosto, veias saltadas, cabeça inchada brilhando de porra.
Eu estava ali sentada, pernas abertas, Jana ajoelhada entre elas engolindo meu pinto até a garganta, baba escorrendo pelos cantos da boca dela, pingando no meu saco e nas coxas. Meu pau entrava e saía molhado de sua boca, brilhando de saliva grossa, e cada vez que ela descia fundo um fio longo de baba misturada com esperma. O quarto cheirava a sexo puro: suor, saliva, tesão molhado.
Eu agarrei ele pelas nádegas, forte, cravando as unhas na carne dura e puxei-o pra minha boca sem piedade. Comecei a chupá-lo sem técnica nenhuma, no mesmo ritmo desesperado da Jana, boca aberta engolindo o máximo que conseguia, língua atrapalhada lambendo por baixo enquanto eu subia e descia a cabeça. Babava pra caralho, saliva escorrendo pelos cantos da boca, pingando grosso no pau dele e caindo direto na cabeça da Jana que ainda mamava o meu. Os respingos molhados batiam no cabelo dela, escorriam pela testa, misturavam com as lágrimas de esforço que escorriam dos olhos dela. O pau dele pulsava forte na minha boca, inchando mais, a glande batendo no fundo da garganta, me fazendo engasgar e babar ainda mais. Eu chupava barulhento, sons molhados enchendo o quarto, baba escorrendo pelo queixo, pingando no peito da Jana, no meu colo, tudo virando uma bagunça quente e brilhante. E eu comecei a sentir ele tremer as coxas e gemer mais intensamente.
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