Capitulo 24

— Você já vai gozar? — perguntei rouca, voz saindo abafada com o pau dele ainda meio dentro da boca, saliva escorrendo pelo queixo enquanto eu olhava pra cima com olhos vidrados de tesão. Ele tava latejando louco, bolas apertadas, corpo tremendo, quase no limite, gemendo rouco e segurando o teto com mais força, como se fosse gozar a qualquer segundo na minha garganta.

— Não vai, não! Pode parar, mocinho! — soltei o pinto dele cravando as unhas fundo na bunda dele pra fazer ele sentir dor de verdade.

Jana olhou pra cima, vermelha, sorridente, com a cara toda babada e olhos molhados — ela estava um lixo, cabelo grudado na testa, baba escorrendo pelo queixo, lábios inchados brilhando.

— Beca...

Ela me olhou pidona, sem concluir a frase, mas eu sabia exatamente o que ela queria. Os olhos dela apontavam direto pro pau dele, brilhando de desejo.

Eu não falei nada. Apenas puxei a blusa dela pra cima, tirei de uma vez e mandei ela tirar a calcinha. Ela obedeceu rapidinho, deslizando a peça pelas coxas e jogando pro lado. Depois veio pra cima de mim, corpo quente colando no meu. Gente, eu nem sabia direito como transar com uma pessoa só, imagina com três. Mas a gente foi achando as posições com uma naturalidade louca, parecia uma dança coreografada a exaustão, tudo fluindo sem precisar falar.

O rapaz continuou de pé, alto pra caralho, e eu me sentei de costas bem nos pés dele, bunda encostada nos tornozelos dele, pernas abertas. Jana veio por cima de mim, de frente pra gente, como se fosse sentar no Cláudio. Ela não encaixou nele, mas só ficou ali rebolando devagar, a buceta molhada roçando na cabeça do meu pau, escorregando pra cima e pra baixo sem deixar entrar, me torturando.

O grandão ficou ali parado, pau latejando duro bem na altura do rosto dela. Jana abriu a boca e começou a chupar ele, engolindo devagar, bochechas afundando, saliva escorrendo pelos cantos enquanto ela subia e descia a cabeça. Ao mesmo tempo rebolava no meu colo, esfregando a buceta quente e molhada no meu pinto, apertando ele entre os lábios inchados dela sem deixar ele entrar ainda.

Eu segurei os peitos dela com as duas mãos, apertando forte, sentindo os mamilos duros roçando nas minhas palmas. De vez em quando eu inclinava o corpo pra frente e chupava um deles, sugando o bico com força, língua rodando enquanto ela gemia alto em volta do pau do cara. Os gemidos dela saíam abafados, vibrando no pau dele, e ela rebolava mais rápido, molhando meu pintão inteiro com o tesão que escorria dela.

Quando eu inclinei a cabeça pra trás, encostei a nuca nas coxas dele e abri a boca pra chupar o saco dele que estava cheinho demais. Lambi devagar primeiro, língua quente passando pelas bolas pesadas, chupando uma de cada vez, sugando de leve enquanto sentia elas se contraírem na minha boca. O gosto salgado dele misturava com a saliva da Jana que ainda pingava de cima. Ele gemeu rouco, mão grande descendo pra segurar meu cabelo, quadril mexendo de leve pra me dar mais acesso.

Jana continuava chupando ele com fome, cabeça subindo e descendo, baba escorrendo pelo pau dele e pingando no meu rosto e no meu peito. Eu apertava os peitos dela mais forte, beliscava os mamilos, chupava o saco dele com vontade, e ela rebolava cada vez mais desesperada no meu Cláudio, a buceta quente e molhada deslizando pra cima e pra baixo, quase engolindo ele inteiro a cada movimento. O quarto inteiro era só gemido, som molhado de boca, respiração pesada e o cheiro forte de sexo misturado.

E então começou a gozadeira.

A coisa toda virou um absurdo pornográfico, parecia aquelas cenas de pornô mas sem direção nenhuma, sem roteiro, sem ninguém rindo, só respiração pesada, de vez em quando alguém soltava um palavrão aleatório baixo, dava um gemido fudido de gostoso e voltava pro que tava fazendo. Eu chupava e lambia tudo que minha boca alcançava que nem uma endemoniada, língua pra todo lado, babando sem parar, sugando o que aparecia na frente.

Jana foi a primeira. A piranha começou a gozar só se esfregando em mim, buceta quente e molhada deslizando pra cima e pra baixo no meu pau, quase esfolando ele de tão forte, apertando ele entre os lábios inchados, sem deixar entrar ainda, só roçando por fora com o clitóris roçando na cabeça grossa. Ao mesmo tempo ela chupava o garoto com fome, boca descendo fundo, garganta apertando em volta dele, baba escorrendo pelo queixo dela e pingando em mim. Eu mamava os peitos dela com força, sugando um mamilo inteiro pra dentro da boca, língua rodando rápido, dentes roçando de leve enquanto apertava o outro com os dedos, puxando o bico duro.

Ela tremeu inteira de repente, coxas apertando forte nas minhas, quadril dando espasmos curtos e rápidos. A buceta dela pulsou contra o meu pau, jorrando quente, molhada escorrendo em golfadas grossas pela extensão toda do Cláudio, molhando meu saco, pingando na cama. Ela soltou um gemido alto abafado em volta do pau do cara, corpo convulsionando, olhos revirando, boca cheia ainda chupando ele sem parar. Os peitos dela tremiam na minha boca, mamilos latejando enquanto eu chupava mais forte, sugando como se quisesse tirar leite dela. Jana gozou forte pra caralho, gemendo doida, voz quebrada, coxas tremendo violentamente, buceta apertando e soltando em ondas, molhando tudo entre nós duas, o cheiro dela subindo quente e doce misturado com saliva e suor.

Ela ficou ali se contorcendo no meu colo, gozando sem parar, rebolando devagar enquanto as ondas desciam, gemendo baixinho com o pau do grandão ainda na boca, baba escorrendo sem controle. Eu continuei mamando os peitos dela, apertando a bunda, lambendo o suor que descia pelo vale entre eles, sentindo o Cláudio latejar louco, coberto do gozo dela, brilhando e escorregadio. O quarto inteiro cheirava a buceta molhada, saliva e tesão puro.

E foi a vez dele.