Capitulo 25
Ele deu um grito alto, rouco, quase um urro, e eu senti uma joelhada forte nas minhas costas quando o corpo dele travou inteiro. Ele puxou o pau da boca da Jana com um estalo molhado, segurou ele com a mão grande e começou a bater uma punheta desesperada, rápido pra caralho, urrando que nem ator de pornô ruim, veias do pescoço saltadas, rosto vermelho, boca aberta.
A porra saiu com força. Jatos grossos, quentes e brancos explodiram pra todo lado. O primeiro acertou direto no cabelo da Jana, grudando nos fios loiros bagunçados. O segundo bateu na cara dela, escorrendo pela bochecha, pelo nariz, pingando na boca aberta que ainda gemia. Outro jato forte voou e caiu no meu peito, quente, viscoso, escorrendo devagar entre os meus peitos. Mais um acertou minha testa, escorrendo pela sobrancelha, outro no meu ombro, e um último grosso pingou bem na cabeça do Cláudio, misturando com o gozo da Jana que já cobria tudo. A porra dele era abundante, quente, cheirosa, escorrendo por todo lado, brilhando na pele da Jana, no meu corpo, pingando na cama em poças grossas.
Eu olhei aqueles dois maravilhada, boca entreaberta, nunca tinha visto nem sentido algo assim na vida. Jana caiu desabilitada pro lado, corpo mole, peito subindo e descendo rápido, rosto todo melado de porra e baba, olhos semicerrados, um sorrisinho idiota no canto da boca. O rapaz precisou se sentar rápido, pernas tremendo, pau ainda latejando na mão, soltando os últimos pingos enquanto ele respirava pesado, rindo satisfeito.
Os dois caíram na cama rindo baixinho, corpos suados e melados, satisfeitos pra caralho, prostrados um do lado do outro.
E eu ali, no meio deles, olhando com cara de cu, Cláudio duro pra caralho latejando no ar, coberto de gozo da Jana e da porra dele, sem ter gozado ainda.
— Falta eu!!!! Também quero — soltei com uma voz manhosa, quase reclamando.
Eles riram de mim e a Jana falou primeiro, ainda com a voz tremida.
— Espera que isso foi intenso demais, sério amiga, eu tô tremendo, olha isso — disse ela mostrando as coxas que ainda davam espasmos curtos, os músculos se contraindo sozinhos como se o corpo dela não tivesse desligado ainda.
O rapaz só ria baixo, deitado de lado, pau meio mole descansando na coxa grossa, todo suado e melado.
— Tu tá que nem um pinto no lixo, não é dona Jana?
— Olha... — ela ia complementar alguma coisa e já começou a rir no meio, mas quando parou soltou: — E aí amiga, vai tentar?
Minha cara trancou na hora. Não porque eu tivesse ficado irritada, mas porque eu fiquei nervosa pra caralho. Ela estava se referindo a eu colocar meu bumbum lindo, pequeno e redondo pra jogo. Aquilo era uma coisa que eu morria de medo desde sempre.
— Ah, amiga... não sei... — respondi olhando em volta pra situação toda.
A cama estava um nojo de molhada, tinha baba, caldo de pepeca, esperma pra tudo que é lado, lençol grudando na pele, poças brilhantes espalhadas, em breve teriam lágrimas também.
A Jana pelo jeito queria judiar do menino.
— Grandão, tu tá matando sua curiosidade todinha hoje não é, se descobrindo... experimentando coisas... — disse Jana maliciosa, na minha opinião até sendo um pouco maldosa.
O rapaz riu sem graça, incomodado visivelmente com a pergunta, coçando a nuca.
— Olha, confesso que a maior delas eu ainda não descobri!
Quando ele falou isso, na hora eu olhei pra Jana censurando qualquer coisa que ela fosse soltar, eu sabia que ela ia martelar mais ainda o menino.
— O quê, bebê? — perguntei curiosa, inclinando a cabeça.
Ele olhou pros lados, nervoso, em dúvida se perguntava, mas a nossa tensão fez ele falar de uma vez.
— Como que você consegue guardar uma rola tão grande dentro de uma calcinha dessas? — ele perguntou enquanto pegava minha calcinha do chão, abrindo ela com as duas mãos e analisando o tecido reforçado como se fosse um objeto misterioso, me matando completamente de vergonha.
Eu voei na mão dele, tomando a calcinha de volta num puxão rápido. Eu tinha um pouco de vergonha das minhas calcinhas, pois elas eram diferentes, quem não sabe ou nunca viu uma, elas são maiorzinhas na frente, mais folgadinhas para acomodar o volume, são femininas como as outra,s mas elas tem esse detalhe. Eu usava calcinhas normais também, mas essas não seguram ele e me incomodam um pouco.
— Tira a mão da minha calcinha, por que tá interessado, quer vestir uma? — falei zangada.
Ele riu, mas Jana não. Jana era má.
— Coloca! Coloca! Coloca! — disse ela fazendo um coro solitário, batendo palmas devagar e rindo.
Eu ri da graça, ia ser engraçado, ele não ia fazer isso, eu sabia, mas resolvi colocar pilha mesmo assim.
— Vai, senta e estica as pernas, veste. Vou te ensinar.
E ele realmente vestiu.
Eu segurei a calcinha reforçada com as duas mãos e ele deixou, levantando um pouco o quadril pra eu passar ela por entre aquelas coxas grossas e musculosas. O tecido mal conseguia deslizar direito, apertando contra a pele bronzeada. No final ele precisou fazer força, puxando a cintura pra cima com as mãos grandes, o rosto franzido de esforço. A calcinha era pequena demais pro corpo dele, fio dental fininho que mal cobria qualquer coisa.
E coube? Claro que não. Eu ouvi o som do tecido se esgarçando devagar, um barulhinho seco de costura reclamando enquanto a calcinha mordia fundo na pele dele, marcando forte nas virilhas e na base do pau. O elástico esticou ao limite, quase transparente de tão puxado. O pau dele, ainda meia bomba, ficou todo espremido pra cima, a cabeça rosada escapando pela lateral, veias saltadas pressionadas contra o tecido fino. As bolas pesadas estavam esmagadas, metade pra fora, o saco grosso estourando pelas bordas da calcinha como se quisesse rasgar tudo de uma vez.
Jana e eu ficamos olhando hipnotizadas. Aquele homem enorme, alto pra caralho, bombado demais, ombros largos, peito definido, abdômen marcado em gomos duros, coxas que pareciam troncos... agora com minha calcinha fio dental minúscula tentando segurar tudo. A peça ficava ridícula e absurdamente excitante ao mesmo tempo. O pau dele marcava grosso, empurrando o tecido pra frente, criando um volume obsceno que quase chegava ao umbigo. A bunda redonda e dura dele fazia o fio dental desaparecer completamente entre as nádegas, só deixando duas tiras finas marcando a pele bronzeada.
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