Capitulo 26

Parei observando e vi um enorme problema nessa brincadeira.

Meu pau estava ficando duraço. Pulsava devagar, inchando rápido, a cabeça rosada saindo pra fora da pele, latejando no ar enquanto eu via aquele grandão vestido de calcinha minha.

Eu engoli seco, respirei fundo pra aliviar o mormaço que subia pelo peito e continuei ajeitando as coisas dele dentro do tecido como se só estivesse ajeitando o moço que ria horrores, todo sem graça e achando graça ao mesmo tempo. E não, ele não ficou de um jeito feminino quando vestiu. Ele se comportava mais como um hetero no bloco das piranhas no carnaval, duvidoso, meio desengonçado, rindo da própria cara.

Ele se levantou imitando um jeito gay exagerado, quadril jogado pro lado, mão na cintura, e riu alto.

— Tô gostosa?

Jana não perdeu tempo, olhos brilhando de malícia.

— Dá uma voltinha, deixa eu ver a bundinha.

A minha calcinha era fio dental com um pouco mais de folga no tecido da frente. Quando ele girou devagar, a peça sumiu completamente entre aquelas nádegas duras e redondas, deixando a bunda toda exposta, só com duas tirinhas finas marcando a pele bronzeada. O pau dele balançava pesado no bojo da frente, escapando mais ainda da calcinha, a cabeça quase toda pra fora brilhando de suor e do resto de porra. As bolas apertadas pulsavam visíveis pelas laterais, estourando o tecido. Ele ficou ali, grandão, musculoso, ridículo e absurdamente sexy, rindo enquanto a gente olhava sem piscar.

Por mais que eu tentasse enfiar tudo pra dentro como eu fazia comigo, não funcionava. A cada toque nele, o pau do menino pulsava e ganhava mais volume, inchando contra o tecido fino, empurrando a calcinha pra frente até quase rasgar de vez.

Mas o que eu estava fissurada mesmo era na bunda dele. E foi estranho. Eu comecei a alisar aquela bunda apertada pela calcinha, mão aberta deslizando devagar pela pele quente, sentindo os músculos duros por baixo. Ele foi parando de se mexer, ficando quieto, como se me desse permissão silenciosa. Eu dei um tapa leve e um apertão, com desculpa de ser brincadeira, mas o corpo dele entendeu como outra coisa. Ele se arrepiou inteiro, pele toda ouriçada, e soltou um “ai” afeminado, baixinho, que fez meu Cláudio dar um pulo.

Eu ri nervosa no começo, mas continuei. Minhas mãos massageavam agora com mais vontade, apertando as nádegas duras, abrindo elas devagar, sentindo o fio dental sumir ainda mais no rego. Desci os dedos e passei a mão no saco dele por cima da calcinha, apertando de leve as bolas pesadas, rolando elas na palma. Ele gemeu baixo, pernas tremendo um pouco. Eu me aproximei mais, mordi uma das nádegas com força, dentes cravando na carne firme, depois lambi o lugar, língua quente passando devagar pela marca vermelha que ficou.

Ele não reclamou. Só respirava mais pesado, quadril mexendo de leve pra trás, entregando.

Eu criei coragem e falei, voz rouca, quase sem reconhecer:

— Fica de quatro, sua puta.

Jana arregalou os olhos sem acreditar quando viu o homem obedecendo sem reclamar. O grandão, todo bombado e alto, baixou devagar, joelhos no colchão, mãos apoiadas na cama, bunda empinada pra trás. A calcinha fio dental esticada ao limite, o pau dele escapando todo pra baixo, latejando pesado entre as coxas grossas.

Eu olhei pra Jana, coração batendo forte no peito, e soltei:

— Jana, pega o lub que eu vou fazer ele chorar.

Ele não falou nada.

Eu me posicionei atrás dele, joelhos afundando no colchão molhado. A calcinha nele estava tão apertada que eu mal conseguia manter ela pro lado com uma mão. O cu do homem ficou exposto, moreno e apertadinho, com aquela tirinha fina de tecido falhando pateticamente em cobrir qualquer coisa. O cheiro de homem gozado dele subiu forte no meu nariz, suor misturado com porra seca e tesão puro. Eu apertava a bunda dele com as duas mãos, abrindo e fechando as nádegas duras, admirando aquele bundão todo bombado entregue pra mim, empinado, coxas tremendo de leve, enquanto a Jana assistia tudo de perto, olhos brilhando.

Eu não sabia muito o que fazer, então me abaixei e lambi.

Minha língua achatada passou devagar pelo cuzinho dele, quente e macia, circulando o anel apertado. Ele gemeu como uma menininha no mesmo instante, voz fina e quebrada, um “aiii” manhoso que não combinava nada com aquele corpo enorme. Eu lambi mais fundo, língua pressionando a entrada, sentindo ele piscar contra mim, quente por dentro. Chupei devagar, sugando o cuzinho, língua entrando um pouquinho, lambendo em círculos rápidos enquanto apertava as nádegas dele com força, unhas cravando na carne.

— Isso... geme mais pra mim, sua vadia — murmurei contra a pele dele, voz má, satânica, sem reconhecer direito que era eu falando. Ele gemeu mais alto, quadril empinando sozinho pra trás, entregando tudo.

A Jana entregou o lubrificante pra mim sem falar nada, só com um sorrisinho safado no canto da boca. Eu peguei o tubo, abri com os dentes e espremi uma boa quantidade direto no rego dele. O gel frio escorreu devagar, brilhando no cuzinho rosado. Eu espalhei com os dedos, massageando em círculos, pressionando a entrada apertada enquanto ele tremia inteiro.

Sem aviso eu segurei o fio dental da calcinha e rasguei com força. O tecido cedeu num estalo seco, abrindo tudo. O pau dele saltou pra fora pesado, balançando grosso e meio duro entre as coxas musculosas, cabeça inchada brilhando, bolas penduradas pesadas. A calcinha ficou pendurada só nas laterais, inútil, marcando a pele dele em linhas vermelhas.

Eu continuei lambendo o cu dele enquanto passava mais lubrificante, dedos entrando devagar, abrindo ele, sentindo o calor apertado engolir meus dedos. Ele gemia como menininha, voz fina, corpo grande todo arrepiado, bunda empinando mais pra mim, pedindo sem falar.

— Olha só pra você... todo fortão por fora e agora aqui, gemendo feito puta no cio — falei baixinho, má, mordendo de leve a nádega dele enquanto meus dedos socavam mais fundo, curvando pra dentro, roçando aquele ponto que fazia ele soltar gemidinhos agudos e desesperados. Jana só assistia, mordendo o lábio, olhos vidrados na cena.