Capitulo 27
— Rebeca... — Jana começou a falar algo, acho que sem querer ela soltou o que estava no pensamento dela, no meu e no dele também.
— O que foi? Quer também?
— Não, não é isso... — ela chegou mais perto pra ver melhor, passando a mão devagar nas costas musculosas dele que agora estavam todas suadas, brilhando. — É que eu acho que não vai caber...
Eu olhei pra ela sorrindo, um sorriso lento e safado, enquanto derramava mais lubrificante direto no meu pau. O gel frio escorreu pela extensão grossa, brilhando tudo. Eu punhetei ele devagar, como um açougueiro que afia a faca contra antes de cortar a carne, apertando forte na base, subindo até a cabeça inchada, espalhando o lubrificante até ficar tudo molhado, escorregadio, latejando na minha mão.
— Vamos ver!
Eu me posicionei melhor atrás dele, joelhos firmes no colchão. Segurei a bunda dele com uma mão, abrindo bem as nádegas duras, e com a outra guiei a cabeça do Cláudio até o cuzinho rugoso e brilhante de lubrificante. O pau dele pulsava pesado entre as coxas, escapando da calcinha rasgada, mas eu ignorei.
Pressionei devagar.
A glande rosada encostou no anel apertado e eu empurrei com calma, sentindo a resistência forte. Ele gemeu baixo, voz fina, corpo inteiro tensionando. Eu continuei, devagar, girando o quadril de leve pra ajudar, o lubrificante fazendo tudo escorregar. A cabeça entrou primeiro, esticando ele, abrindo centímetro por centímetro. O cu dele apertava louco em volta da glande, quente, pulsando, sugando. Ele soltou um gemido mais alto, quase choramingando, mãos agarrando o lençol molhado.
Eu empurrei mais, devagar, sentindo o pau deslizar pra dentro, as paredes quentes e apertadas engolindo a grossura toda. Metade do Cláudio já tinha sumido dentro dele, veias pulsando contra a carne dele, lubrificante escorrendo pelas bolas dele e pingando na cama. Ele tremia inteiro, bunda empinada, gemendo como menininha, voz rouca e quebrada:
— Aiii... caralho... tá muito grosso... Não dá, para!
Eu parei um segundo, só pra sentir ele se acostumando, depois empurrei mais fundo, devagar, centímetro por centímetro, até quase a base. O cu dele engolia meu pau inteiro, apertando forte, latejando em volta de mim. Eu gemi rouca, segurando a cintura dele com as duas mãos, unhas cravando na pele suada.
— Tá vendo, Jana? Coube... quase tudo.
Ele respirava pesado, corpo grande todo arrepiado, gemendo baixinho enquanto eu começava a mexer devagar, tirando um pouco e voltando pra dentro, sentindo ele se abrir mais a cada estocada lenta. Jana só olhava, boca aberta, mão ainda nas costas dele, sem acreditar no que via. O quarto inteiro cheirava a lubrificante, suor e sexo cru. Eu sorri de novo, má, e meti mais fundo, sentindo ele gemer mais alto, me dando tudo.
Eu tive que parar um pouco. Ele colocou a mão grande na minha coxa, apertando de leve, indicando que precisava de um segundo. Eu tinha juízo, jamais conseguiria segurar aquele homem pela força mesmo se quisesse. Fiquei quieta, pau enterrado quase todo dentro dele, sentindo o cu dele pulsar forte em volta do Cláudio, quente, apertado, latejando como se quisesse me expulsar e me puxar mais fundo ao mesmo tempo.
Jana olhava pra mim e pra ele, um sorriso maravilhado no rosto, olhos brilhando de tesão puro enquanto via aquela cena toda. Até que ela se ajeitou de joelhos do nosso lado, corpo colado no meu, e enfiou a mão por baixo, entre as minhas pernas e as dele.
Os dedos dela primeiro tocaram meu saquinho pompom rosa, macio e pequeno, apertando de leve, rolando as bolas com carinho, como se estivesse testando o peso. Depois desceram mais e pegaram as bolas dele, muito maiores, pesadas, cheias. Ela segurou as duas ao mesmo tempo, uma mão só mal conseguindo abarcar tudo, e começou a brincar.
Eu não via direito o que ela fazia, só sentia. Os dedos dela eram leves, curiosos, apertando devagar, soltando, juntando as bolas dele contra as minhas, depois separando, rolando elas na palma quente. Ela massageava em círculos lentos, apertava de leve a base do meu saco, depois voltava pros dele, apertando mais firme, como se quisesse sentir a diferença de tamanho e peso. De vez em quando os dedos dela subiam um pouco, roçando a pele sensível entre o saco e o cu, fazendo eu gemer baixinho e ele soltar um miado afeminado.
Jana estava se divertindo pra caralho. Eu ouvia o sorrisinho safado dela, o jeito que ela respirava mais rápido, quase rindo de felicidade enquanto brincava com a gente. Os dedos dela não paravam, leves e maliciosos, apertando, soltando, juntando nossas bolas de novo, depois espalhando, rolando elas devagar, como se estivesse descobrindo um brinquedo novo. Às vezes ela apertava só as minhas, bem de leve, depois apertava as dele com mais força, comparando, testando.
Eu sentia tudo ao mesmo tempo. Meu saquinho rosa ficando mais sensível, arrepiado, as bolas dele pesadas e quentes roçando contra as minhas cada vez que ela juntava elas. Cada aperto mandava uma onda gostosa que subia pela barriga, fazia o meu pinto pulsar mais forte dentro do cu do homem. O grandão também sentia. Ele tremia inteiro, gemendo baixinho, voz fina e manhosa, quadril mexendo de leve pra trás, como se quisesse mais. Quando Jana apertava as bolas dele com mais vontade ele soltava um gemido mais alto, corpo grande todo arrepiado, cu apertando meu pau num espasmo gostoso.
— Olha só isso... tão diferentes... — Jana murmurou, voz cheia de tesão.
Eu só conseguia gemer baixo, segurando firme a cintura dele, sentindo cada movimento dos dedos dela reverberar direto no meu pau enterrado fundo no cu dele.
— Dá vontade de apertar, torcer e puxar de tão gostoso!
Eu olhei pra ela rindo, com a cara meio de lado, meio dando um alerta pra ela tomar cuidado, porque aquilo dói pra caralho. Mas o rapaz, com meu pau todo dentro dele, sussurrou quase chorando, voz fina e tremida, sem conseguir falar direito:
— Ap... Aperta!
Jana não pensou duas vezes. Ela obedeceu na hora, mão pequena apertando as bolas dele com mais força, dedos cravando na pele fina e quente. Primeiro só apertou, depois torceu devagar, puxando elas pra baixo enquanto apertava mais forte. O grandão soltou um gemido alto, quase um soluço, corpo inteiro tremendo violento. As bolas dele ficaram vermelhas na mão dela, esticadas, latejando forte contra os dedos que não soltavam.
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