Capitulo 28
Foi aí que eu perdi o resto de juízo que ainda tinha.
Eu segurei a cintura dele com as duas mãos, unhas cravando fundo na pele suada, e comecei a foder ele com força bruta. Tirei quase tudo e meti de uma vez, fundo, socando o Cláudio inteiro até a base. O som molhado de carne contra carne encheu o quarto. Saí e voltei mais forte, mais rápido, estocadas violentas que faziam o corpo grande dele balançar pra frente. Cada vez que eu batia fundo ele chorava de prazer, gemidos afeminados saindo sem controle, lágrimas escorrendo pelo rosto vermelho, boca aberta babando no lençol.
— Isso... aguenta, sua puta... aguenta meu pau todo — rosnei, voz má, fodendo ele sem piedade, quadril batendo contra a bunda dura, pau entrando e saindo rápido, lubrificante e suor voando.
Jana continuava apertando e torcendo as bolas dele, puxando elas pra baixo e dando tapas cada vez mais fortes enquanto eu socava sem parar. O rapaz chorava alto agora, soluços misturados com gemidos, corpo convulsionando, cu apertando meu pau como um punho quente e molhado. Ele tremia inteiro, pernas cedendo, mas eu não deixava ele cair, segurava firme e metia mais fundo, mais bruta.
De repente ele gozou primeiro. Um grito rouco e fino saiu da garganta dele enquanto o pau saltava, jorrando porra grossa e quente pra todo lado. Jatos longos, exagerados, batendo no lençol, na barriga dele, escorrendo em ondas grossas enquanto o cu dele apertava meu pau em espasmos violentos, ordenhando tudo.
Eu não aguentei. O orgasmo me acertou como um soco. Meu corpo inteiro travou, pau inchando ainda mais dentro dele, e eu gozei explodindo. Jatos absurdos de porra saíram sem parar, enchendo o cu dele até transbordar. A porra branca e grossa escorria pra fora a cada estocada, pingando pesado nas bolas dele, nas coxas, na cama. Eu continuei metendo enquanto gozava, espremendo cada gota pra dentro, gemendo rouca, olhos revirando, baba escorrendo no queixo enquanto o prazer me rasgava inteira.
Ele chorava de prazer, corpo mole, porra dele e minha misturando em poças grossas na cama. Jana só olhava, mão ainda apertando as bolas dele, sorriso safado no rosto enquanto via a bagunça que a gente tinha virado. Eu ainda dava estocadas lentas, espremendo o resto, sentindo o cu dele pulsar fraco em volta do meu pau, tudo molhado, quente e completamente destruído.
O homenzarrão fez o movimento de querer sair, rindo ainda meio sem fôlego, e falou:
— Tira, pelo amor de Deus, você quase me matou garota. Nossa, foi muito bom...
Quando ele saiu devagar, eu vi tudo. A bunda musculosa dele toda suja de esperma, brilhando branca e grossa escorrendo pelas coxas. O cu dele ficou aberto, rosado por dentro, bem dilatado, quase dava pra ver o fundo. Tinha uma poça de porra ali, quente e viscosa, que começou a vazar devagar quando ele se mexeu, escorrendo em fios grossos pelo rego. Eu fiquei maravilhada olhando ele piscar aquilo, o buraco enorme pulsando devagar, tentando se fechar aos poucos, apertando e soltando enquanto mais porra minha vazava pra fora.
— Não se mexe, fica assim pra eu ver — mandei, voz ainda rouca. — Vem ver, Jana!
Jana correu pro meu lado na mesma hora, ajoelhando bem perto, olhos arregalados. Ela soltou uma exclamação seca, quase um gritinho:
— Amiga! Coitado.... tá arrombado...
Ele quando ouviu isso se fechou inteiro, jogando o corpo pra frente rápido, mãos grandes tampando a bunda toda, tentando esconder o estrago.
— Ei, vocês duas, assim vocês me deixam com vergonha, porra!
Eu ri baixinho, ainda de joelhos, Cláudio meio mole mas ainda babando o resto de porra. Jana também ria, cobrindo a boca com a mão, mas os olhos dela continuavam grudados na bunda dele, curiosos e safados. O grandão ficou ali encolhido, rosto vermelho, tentando se cobrir com as mãos enquanto a gente olhava pra ele como se fosse a coisa mais engraçada e excitante do mundo. A porra ainda escorria devagar entre os dedos dele, pingando na cama, e ele só conseguia resmungar baixinho, todo sem graça.
Depois disso a coisa meio que morreu. Ele estava sentindo muita dor na bunda, fazendo careta toda vez que se mexia. Jana ainda tentou chupar ele pra ver se animava, mas coitado, o pau dele nem respondia direito, ficou mole e sensível demais. A cama estava uma nojeira completa, lençol melado de porra, baba, lubrificante e suor. Então todo mundo fez fila pro banheiro pra se recompor.
Todo mundo voltou de banho tomado, cabelo molhado, cheirando a sabonete. Trocamos os lençóis rapidinho e voltamos pra cama, agora limpos, só de calcinha e camiseta larga. Não rolou mais nada pesado, mas ficamos ali trocando confidências, tudo era novo e curioso pra todo mundo. As perguntas iam e vinham sem filtro.
Ele contou que nunca tinha se interessado por homem na vida, que foi a primeira vez que sentiu vontade de dar. Eu falei que era virgem até ontem e que inclusive tinha perdido com a Jana. Jana, sem vergonha nenhuma, soltou que não conseguiu transar direito com o outro garoto porque a buceta dela estava toda machucada por minha causa. A gente caiu na gargalhada quando ele perguntou o tamanho do meu pau e eu falei:
— Você pode dizer por aí que aguentou vinte e três centímetros, rapaz.
A coisa foi esfriando devagar, até que ele disse que tinha que ir embora, os amigos deviam estar preocupados. A única coisa engraçada foi quando ele se levantou pra vestir a roupa. Andava que nem um pato cagado, pernas abertas, passos curtos e cuidadosos, bunda toda dolorida.
— É amiga, esse aí vai ter problemas pra sentar durante uma semana pelo menos... — falei, rindo baixo.
Eu ri junto, me sentindo poderosa pra caralho, o peito quente de um jeito que nunca tinha sentido.
Ele se despediu meio sem graça, deu um beijo rápido na minha boca e outro na Jana, e saiu mancando porta afora. Quando a porta fechou, eu me joguei de costas na cama, ainda rindo.
Jana me olhou de lado, olhos brilhando de malícia, e subiu em cima de mim devagar, sentando na minha barriga.
— Então agora é o seu — ela disse, voz baixa e provocante. — Empina vagabunda, vou comer seu cu agora. Vai.
Eu arregalei os olhos e empurrei ela rindo, tentando sair debaixo dela.
— Nem fudendo!
Ela segurou meus pulsos contra o colchão, rindo também, quadril rebolando de leve em cima de mim.
— Ah vai, Rebeca... você fodeu o grandão todo, agora aguenta. É justo.
— Nem fudendo, Jana! Meu cu é virgem e vai continuar assim hoje!
— Covarde! Agora é sua vez, pintuda!
Eu me debati rindo, conseguindo virar ela de lado e prender ela embaixo de mim.
— Cala a boca sua safada! Amanhã a gente vê isso. Hoje eu tô cansada.
Jana deu um gritinho falso de revolta, mas acabou rindo junto, as duas rolando na cama, se agarrando e se empurrando entre risadas bobas, sem conseguir parar. A briga durou uns bons minutos, cheia de “sua vadia”, “covarde”, “pintuda” e “arrombada”, até a gente cair exausta uma do lado da outra, ofegantes e ainda rindo baixinho no escuro do quarto.
Eu virei o rosto pra ela, sorriso satisfeito.
— Amanhã eu deixo você me comer...
Jana só sorriu de volta, olhos fechando preguiçosamente devagar.
— Pode deixar... Vou no mercado comprar um pinto e a gente resolve isso.
continua
Entre para comentar
Para participar dos comentários, faça login com a sua conta! É rapidinho!